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SAIU O MAIOR ESTUDO SOBRE CORRIDA DO BRASIL!

Correr nunca foi só sobre pace: a nova corrida brasileira é sobre saúde, pertencimento e constância

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A corrida de rua no Brasil vive um dos momentos mais interessantes da sua história. Não apenas porque cresceu, e muito, mas porque mudou de significado. Hoje, correr deixou de ser sinônimo exclusivo de performance para ocupar um espaço mais amplo: o da saúde física, mental e social.

Os dados da segunda edição da pesquisa Por Dentro do Corre- 2026, realizada pela Olympikus em parceria com a BOX1824, ajudam a traduzir em números algo que, no consultório e nas ruas, já é perceptível. Em 2025, 15 milhões de brasileiros correm, um crescimento de 15% em apenas um ano , ritmo muito superior ao crescimento populacional. Mais relevante do que isso: 2 milhões começaram a correr apenas no último ano!

A saúde como principal motor da corrida

Entre todos os achados do estudo, um dado se destaca de forma inequívoca: saúde física e saúde mental seguem sendo os maiores motivadores para iniciar e manter a corrida. Esse ponto merece atenção especial. Não estamos falando de um esporte guiado por medalhas, mas por bem-estar.

Do ponto de vista médico, isso é extremamente positivo. A corrida, quando bem orientada, está associada à redução do risco cardiovascular, melhora do controle metabólico, redução de sintomas de ansiedade e depressão e impacto direto na qualidade do sono. Não por acaso, 81% dos corredores afirmam que pretendem seguir correndo nos próximos anos, o que reforça que os benefícios percebidos no dia a dia sustentam a adesão à prática .

Mais mulheres, mais jovens, mais diversidade

Outro aspecto que redefine a corrida brasileira é o novo perfil do corredor. Hoje, a base está equilibrada entre homens e mulheres, com liderança feminina entre os novos praticantes: 56% das mulheres começaram a correr há menos de um ano. A idade média caiu para 34 anos, impulsionada pelo crescimento da faixa entre 18 e 24 anos.

Além disso, a presença da classe C já representa 43% dos corredores, reforçando algo fundamental do ponto de vista de saúde pública: a corrida é um dos esportes mais democráticos que existem. Pouco equipamento, flexibilidade de horário e adaptação à rotina fazem dela uma poderosa ferramenta de promoção de saúde em larga escala .

Constância vale mais do que intensidade

Um dado curioso e muito alinhado com o discurso médico atual é a redução da frequência semanal média: de 3,4 para 1,8 sessões por semana. À primeira vista, isso pode parecer um retrocesso. Mas não é.

Na prática clínica, sabemos que aderir ao exercício de forma sustentável é mais importante do que treinar muito por curtos períodos. A ideia de que “correr pouco ainda é correr” ganha força justamente porque respeita o princípio da constância. Mesmo com menos sessões, a distância média semanal aumentou, especialmente entre corredores mais experientes, mostrando evolução progressiva e mais segura da carga.

Correr junto também é saúde

A corrida também ficou mais coletiva. Cresceu a participação em grupos e assessorias, que hoje assumem um papel não apenas social, mas educativo: troca de conhecimento, organização de treinos e evolução técnica. Esse ambiente reduz erros comuns, melhora a adesão e, do ponto de vista médico, ajuda na prevenção de lesões associadas a excesso ou má distribuição de carga.

Além disso, correr em grupo impacta diretamente a saúde mental. Pertencimento, apoio social e sensação de segurança são fatores reconhecidos pela literatura como protetores contra abandono da prática.

O desafio daqui para frente

Apesar do cenário positivo, os desafios permanecem claros: falta de tempo e insegurança ainda são barreiras relevantes, especialmente para as mulheres. Se a corrida hoje é um pilar de saúde populacional, pensar em políticas públicas, iluminação, espaços seguros e educação esportiva é fundamental para sustentar esse crescimento.

A corrida brasileira amadureceu. Está mais diversa, mais consciente e menos refém do cronômetro. E isso é uma excelente notícia. Porque, no fim das contas, o maior recorde que a corrida pode bater é o de pessoas mais saudáveis, por mais tempo e com mais prazer em se movimentar.

Bons treinos, valentes!

@DraAnaPSimoes

Dra. Ana Paula Simões
Ortopedista e Médica do Esporte
Colunista | RUNNERS Brasil

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Bravus Race 2026 estreia temporada em São Paulo com o desafio “Máquina Humana”

Prova acontece em 22 de março, com 5 km e 15 obstáculos que colocam à prova força, resistência e superação.

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A contagem regressiva começou. No dia 22 de março de 2026, São Paulo será palco da primeira etapa da Bravus Race 2026, a Speed I, abrindo uma temporada que promete testar limites e transformar corpos e mentes. A prova, que será realizada na Fazenda Lolli (Estrada Municipal 9166 – 9448, Pirapora do Bom Jesus – SP), reúne 5 km de percurso e 15 obstáculos que desafiam força, resistência e coragem. As inscrições já estão abertas no site: https://bravusrace.com.br/

Mais do que uma corrida, a Bravus é um campo de evolução. Lama, cordas, muros e pesos fazem parte de um trajeto projetado para quem busca muito mais do que uma medalha. Cada obstáculo vencido é um upgrade, um passo rumo à melhor versão de si mesmo. É o espírito da Bravus: não corra, evolua. Sob o conceito “Máquina Humana”, a temporada 2026 traz o convite para que os atletas explorem seus próprios limites. “Você não nasceu pronto: foi moldado com esforço. Na Bravus, a dor é mais do que um sintoma, é combustível de quem foi forjado para vencer”, ressalta o Head de Marketing e Comunicação, da Norte Marketing Esportivo, Matheus Falconi. 

Com cinco etapas ao longo do ano, sendo quatro em São Paulo (março, maio, agosto e novembro) e uma no Rio de Janeiro, em julho, a Bravus Race reafirma seu posto como a maior corrida de obstáculos do Brasil, reunindo milhares de participantes que encaram o desafio por superação, camaradagem e paixão pelo esporte. 

Por: Runners Brasil

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Jungle e Smoov lançam collab com foco em hidratação e reposição de eletrólitos 

Parceria apresenta dois sabores e marca estreia durante o Jungle Running Club Experience no Rio de Janeiro

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A Jungle anuncia sua primeira collab com a Smoov, reunindo hidratação, reposição de eletrólitos e frutas batidas em uma edição conjunta voltada a diferentes momentos do dia. O lançamento aconteceu durante o Jungle Running Club Experience Rio, e marca a integração entre as propostas das duas marcas em um projeto que conecta movimento e pausa na rotina.

A parceria conecta o portfólio de smoothies da Smoov, elaborados à base de frutas e sem adição de açúcar, ao da Jungle, marca brasileira que desenvolve produtos voltados à hidratação, à performance e ao bem-estar, com fórmulas livres de corantes e aditivos artificiais. 

A novidade chega em duas combinações de sabores. A primeira leva manga, maracujá e água de coco com Jungle Electrolytes sabor Tropical. A segunda combina mirtilo, amora, morango e água de coco com Jungle Electrolytes sabor Limão. Os dois produtos fazem parte da linha Refreshers.

Segundo Rodrigo Carvalho, CEO da Jungle, a parceria expande a presença da marca em novos contextos de consumo. “A collab com a Smoov integra propostas complementares e contribui para ampliar a atuação da Jungle em diferentes momentos de consumo.”, afirma.

Os produtos já estão disponíveis para venda nas lojas da Smoov em todo o Brasil e pelo iFood.

Por: Runners Brasil

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ADIDAS ANUNCIA OS LANÇAMENTOS SUPERNOVA RISE 3 E SUPERNOVA GLIDE, PROJETADOS PARA ELEVAR A SENSAÇÃO DE CONFORTO NA CORRIDA

Em nova pesquisa global da adidas 70% dos corredores afirmam que o melhor momento da corrida é o final, e a marca responde com dois lançamentos focados em conforto contínuo.

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Para a maioria dos corredores, a experiência da corrida vai além dos quilômetros percorridos. Mais do que ritmo ou desempenho, o que realmente marca é o conforto sentido a cada passada, especialmente quando a corrida termina.

Uma nova pesquisa global realizada pela adidas reforça essa percepção ao revelar que 70% dos entrevistados acreditam que o final é a melhor parte da corrida e que 1 em cada 2 consumidores considera que é o calçado que determina o nível de conforto ao longo do percurso. Com base nesses insights, a adidas apresenta os novos Supernova Rise 3 e Supernova Glide.

O Supernova Rise 3 foi projetado para oferecer ainda mais conforto do que seu antecessor. O modelo estreia a entressola Dreamstrike+ redesenhada, presente em toda a extensão, 5% mais leve e 20% mais macia, além de contar com 16% mais espuma para maximizar o amortecimento e garantir uma experiência livre de distrações. O tênis também apresenta um novo cabedal Primeweave que se molda ao pé de forma segura e respirável, agora com menos peso, e um solado LIGHTTRAXION cuja escultura inspirada na anatomia do pé proporciona transições mais suaves e aderência duradoura.

A versão feminina do Supernova Rise 3 incorpora elementos desenvolvidos especificamente para atender às necessidades biomecânicas das mulheres, como um molde projetado para o formato médio do pé feminino, plataforma centralizada, aprimoramento no chanfro do calcanhar com base em dados reais e uma palmilha com espuma mais espessa no arco para suporte adicional.

“Realizamos uma pesquisa global que revelou que 1 em cada 2 corredores diz que o calçado é o que garante conforto durante a corrida, e 70% nos disseram que a melhor parte da corrida é o final. Esses insights são importantes porque mostram o que os corredores querem: conforto que dure do primeiro ao último passo. Por isso, consideramos tudo o que as pessoas já amavam no Supernova Rise e levamos ainda mais longe: amortecimento Dreamstrike+ mais macio, um cabedal Primeweave reprojetado que se move com você e LIGHTTRAXION para tornar cada passo mais leve e mais estável. E com o Supernova Glide, desenvolvemos essa mesma proposta em um modelo versátil para o dia a dia — pois não importa o tipo de corrida, ela deve começar bem e terminar ainda melhor.”, comenta JT Newcomb, Diretor de Categoria, adidas Running Footwear.

O Supernova Rise 3 está disponível nas versões masculina e feminina, ambas rigorosamente testadas com paridade de gênero, e é recomendado para corridas diárias de até 42 km. O peso é de 272g para o modelo masculino e 230g para o feminino, com drop de 8 mm.

O Supernova Glide apresenta entressola de dupla espuma com a tecnologia Dreamstrike Glow, que proporciona conforto e resposta superiores. O cabedal é construído em mesh estruturado, oferecendo respirabilidade, segurança e flexibilidade, enquanto o solado de borracha translúcida em toda a extensão garante máxima tração. É recomendado para corridas diárias de até 21 km. O modelo masculino pesa 282g e o feminino pesa 240g com drop de 8 mm.

Os novo modelos podem ser encontrados no site oficial da adidas Brasil. Além disso, acompanhe as conversas em @adidabrasil.

Por: Runners Brasil

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