Trail Running
Maternidade e corrida. Os superpoderes das mães corredoras!
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2 anos atrásem
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Redação RRBA mulher é conhecida por ter o dom de conseguir realizar diversas atividades ao mesmo tempo, exercendo vários papeis em sua rotina diária, tendo que dar conta de dupla ou até tripla jornada, conciliando a vida pessoal, com a profissional, familiar, e, no caso das corredoras, a vida esportiva.
E, quando se é mãe, desdobrar-se em duas ou três é ainda mais desafiador, tendo em vista que estamos tratando de uma relação de dependência entre filho e mãe. Mas, na maioria das vezes, a corrida acaba sendo, inclusive, uma oportunidade para extravasar dias abarrotados de tarefas e compromissos.
Não são raros os casos de mães ultramaratonistas, por exemplo, que realizaram grandes provas em período de amamentação. Um dos mais icônicos é o da britânica Sophie Power, que, em 2018, durante a Ultra Trail du Mont Blanc, a prova de trail mais famosa do mundo, parava nos postos de apoio ao longo da corrida para encher a bomba de leite, já que o bebê se alimentava de três em três horas. E, ao completar cerca de 16 horas de prova, ela mesma alimentou diretamente o filho, que a esperava, junto com o pai, em outro ponto de apoio. A foto de Power viralizou nas redes sociais, após ser publicada no perfil oficial do Strava.

Outro caso que também virou notícia aconteceu em 2023. Sophie Carter, do Reino Unido, aos 43 anos, correu e venceu os 100 quilômetros da Race to the Stones, de Lewknor a Avebury, no Reino Unido, com um tempo incrível de 9h50min25, mesmo fazendo paradas periódicas para extrair leite para seu bebê de 8 meses.
Para conseguir tal façanha, ela usou uma bomba específica para extrair o leite, chamada Elvie Pump. O aparelho não atrapalha a corrida como uma bomba manual poderia atrapalhar. Depois da ordenha, ela entregava o leite ao seu parceiro em intervalos durante a corrida.

Um terceiro caso foi de outra britânica, Jasmin Paris, que, em 2019, se tornou a primeira mulher a vencer a ultramaratona Montane Spine Race, que tem 431 Km de extensão, largando em Derbyshire, na região central da Inglaterra, e percorrendo até a fronteira com a Escócia. Ela superou todos os homens e mulheres oponentes e cruzou a linha de chegada em 83h12min23, quebrando o recorde da competição, e, seguindo os dois exemplos anteriores, e ordenhava leite entre uma parada e outra nos postos de controle do caminho, para amamentar seu bebê de 1 ano.

Como conciliar a maternidade com a rotina de treinos?
Só pelos exemplos citados acima, comprovamos que as mulheres são realmente super-heroínas, ao conseguirem conciliar tantos papeis em uma pessoa só. Mas, semelhantes a elas, existem inúmeros casos parecidos, de mulheres que dividem as tarefas de mãe, esposa, profissional, e, claro, corredora.
Um exemplo é a Tatiane Glória da Mota, de São Paulo, que corre desde 2016, sem treinamento específico, mas desde final de 2022 treina com a assessoria Go On Outdoor, para se preparar especialmente para corridas de montanha.
Ela é mãe do Gustavo, de 4 anos, que nasceu no auge da pandemia de Covid-19, em meio a momentos de medo e incertezas. “Como se não bastasse, eu tive uma complicação no puerpério que me deixou cinco dias na UTI, logo, nos primeiros cinco dias de vida do meu filhote. Com o nascimento do Gu, pandemia, dias na UTI, aprendi a lidar com alguns medos e encarar a vida de outra maneira”, declara Tatty.
Antes disso, ela já corria, mas sem treinamentos específicos. Ela conta que realizou algumas provas bacanas, como XTerra Ilhabela, Escape Trail Run Campos do Jordão e a mais desafiadora, na ocasião, sem treinamento específico, que foi a KTR Serra Fina 25 Km, em 2022, prova com um trajeto novo, largando da cidade de Lavrinhas SP, passando pelo Pico Agudo, até o Quartzito, e descendo em direção a Passa Quatro. “Nossa como eu sofri nessa prova, sem preparo, sem treinamento específico. O propósito era chegar e encontrar meu filho. Foi uma prova que tive oportunidade de pensar em todas as dificuldades que eu havia enfrentado, e isso me fez forte para finalizá-la e chegar ao pórtico com meu troféu nas mãos”, destaca.

Essa prova foi o marco para Tatiane compreender a importância de correr com suporte de treinamento específico, ter um treinador que a orientasse e uma base de fortalecimento.
Por mais que a maternidade exigisse uma dedicação e um tempo maior de Tatiane, foi na corrida que ela encontrou ainda mais forças para encarar essa rotina de ter que desempenhar várias “personagens”.
“A maternidade só acrescentou para que eu enfrentasse novos desafios e para eu correr com o propósito de também ser exemplo para meu filho. Mas… e o mas, está presente, porque nem tudo são flores: dedicar-se a uma atividade exige estar ausente em alguns momentos”, afirma.
Ela ressalta que a corrida foi uma forma de deixar a rotina um pouco mais leve. “Me dedicar à corrida de montanha é ter na minha rotina diária (trabalho, ser mãe, esposa, dona de casa…) Ter um tempo só meu e me sentir feliz por também, dentro da correria do dia, fazer a minha melhor entrega no esporte que eu escolhi pra aprender e evoluir”, declara.

Mas, obviamente, tirar um tempo para se dedicar aos treinos de corrida exigiu um suporte familiar maior. “Não posso deixar de mencionar o quão é importante a rede de apoio, meu esposo, João, que também corre montanha, é um superpai e um mega parceiro, me incentivando nos treinos e sempre sendo meu suporte nas provas.

Conciliar tantas atividades não é tarefa fácil, e podemos tirar algumas dicas do depoimento da nossa entrevistada. Investir em uma assessoria esportiva, por exemplo, é um ponto muito positivo, já que, ter os treinos bem dosados conforme a rotina diária e para objetivos específicos, acompanhados por um profissional, além de diminuir os riscos de lesão, é bem mais motivador.
O suporte dos familiares também é fundamental. Uma rede de apoio de família e amigos, que incentivem e estimulem o hábito da corrida é essencial e só vai melhorar essa relação da mãe com todos ao redor e consigo mesma.
E, para finalizar, como é de praxe no meio da corrida, estamos sempre influenciando e incentivando outras pessoas à prática do esporte que tanto amamos, e, com os filhos não pode ser diferente. A maioria das corridas estimula a presença do público infantil, inclusive com a modalidade de corrida kids, portanto, nada melhor do que correr em família e levar os pequenos também para se familiarizar com o ambiente das provas, e, claro, participar das corridas infantis, o que é muito desejável, não apenas em relação à saúde física, mas também à socialização dos pequenos.
Wanderson Nascimento
Jornalista, corredor de trilha e acadêmico de Educação Física
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Trail Running
Francês e italiana vencem prova inédita de 200 milhas da Sicoob Mons Ultra Trail, em Nova Trento (SC)
Martin Perrier e Francesca Canepa levaram para casa o prêmio de 5 mil dólares cada um
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3 meses atrásem
19/11/2025De
Pablo MateusEntre os últimos dias 12 e 15 de novembro, atletas de 12 países estiveram na cidade de Nova Trento (SC) para participarem da Sicoob Mons Ultra Trail, corrida de montanha que chegou à quinta edição em 2025 e que ganhou ares épicos com a introdução de percursos de 100 e 200 milhas (160 e 320 km). O francês Martin Perrier e a italiana Francesca Canepa venceram a prova maior com o tempo de 47h23min22 e 59h40min02, respectivamente.
As três maiores distâncias da Sicoob Mons Ultra Trail fizeram parte da grande final do One Hundred World Championship, um campeonato mundial de Ultra Trail que teve início em Portugal no mês de janeiro. A largada das 200 milhas aconteceu no centro de Nova Trento e o percurso passou por trilhas, estradas de terra e trechos técnicos em meio à Mata Atlântica com ganho de elevação (soma dos metros de todas as subidas do percurso) de mais de 9.300m.
“Foi difícil, mas incrível. Não estou acostumado a esse tipo de terreno, então estou cheio de arranhões por conta dos trechos na mata”, conta o campeão Martin Pierre. “Até o final éramos quatro atletas com chances de ganhar a prova, o que foi incrível para uma distância de 200 milhas”, completa o francês. Damian Watson, da Nova Zelândia, foi o segundo com 47h50min54, seguido pelo português Bruno José de Souza (48h33min02) e por Maicon Cellarius, melhor brasileiro na prova, com 51h15min22.
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“Todos os estrangeiros eram melhores corredores do que eu, correm mais rápido, então minha estratégia foi parar por menos tempo nos pontos de apoio”, conta Cellarius. “Correr a Mons foi uma experiência muito legal, principalmente com o Martin e o Damian, porque trocamos de posição várias vezes durante a prova”, completa.
Já Francesca, começou em um ritmo leve, chegou a estar em último durante alguns trechos da prova, mas foi se recuperando até cruzar a linha de chegada em primeiro com o tempo de 59h40min02. “Eu queria muito ser campeã, corri parte do tempo com a Jodie (Stutt), mas quando vi que a vitória estava em risco, disse a mim mesma que precisava acelerar”, ressalta a italiana que não gostou das partes de trilha no meio da mata. “Eu saí desse trecho muito desmotivada, mas depois fui me motivando aos poucos”, completa a atleta que venceu a UTMB em 2018. A canadense Jodie Stutt foi a segunda, com o tempo de 59h51min16, seguida pela brasileira Leticia Saltori (61h55min55).
“Fazer essas 200 milhas foi algo maravilhoso, um desafio pessoal. Em 2023, eu corri os 12 km aqui e recebi a notícia de que meu irmão tinha falecido, então corri aqui fazendo uma peregrinação para homenageá-lo”, conta Saltori emocionada. “O percurso estava muito bem marcado, tinha certeza de que a Mons iria entregar um evento incrível e foi realmente espetacular. Agradeço a todos que me acompanharam e torceram por mim”, completa a paranaense.
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Nas 100 milhas, a vitória ficou com Rodrigo Oliveira, ao marcar 19h58min29, contra 22h31min59 de Cleverson Luiz del Secchi, o Fantasma, e 23h30min03 de Felipe Costa. “Eu estava bastante receoso e ansioso, porque nunca havia feito uma prova de 100 milhas”, conta Rodrigo. “Mas cheguei bem preparado e, ao longo da prova, o corpo respondeu bem e consegui abrir para conquistar esse resultado”, completa.
No feminino, a vitória ficou com Susany Peradt, atual bicampeã brasileira de corrida em trilha e montanha na categoria Long Trail (100 Km). “Nos primeiros 60 km, sofri muito com o calor, depois chega o Monte Barão para humilhar a gente e, no final, precisei ter perna pra correr mais 40, 45 km”, conta a campeã sobre o trecho mais técnico da prova, com 1.147m de altitude. Ela marcou 27h55, seguida por Juliana Uavnizack (28h17min53) e Isadora Rosso (31h05min42).
Na prova de 100 km, o destaque ficou para o bicampeonato de Rogério Silvestrin e Ivânia Rambo, que tiveram mais uma vez seus nomes gravados na base da taça transitória, dedicada aos vencedores da distância.
A Sicoob Mons Ultra Trail entrou para a história do esporte brasileiro por ter criado pela primeira vez percursos com distâncias de 200 e 100 milhas, que se uniram às já tradicionais provas de 100 km, 55 km, 25 km e 12 km, além de um trajeto de 5 km urbano. “Foi um grande desafio organizar um evento deste tamanho, mas estamos muito satisfeitos com o feedback dos atletas”, comenta Danilo Pinheiro, um dos responsáveis pela organização do evento. “Tanto os brasileiros quanto os estrangeiros ficaram muito satisfeitos com a parte técnica e com a nossa estrutura de arena, que esse ano foi montada em parceria com a Corre Brasil, uma empresa especializada em organização de grande eventos esportivos”, completa o dirigente.
Já João Andrade, fundador da One Hundred, ficou satisfeito em ver que os brasileiros puderam correr de igual para igual contra alguns dos melhores corredores de elite do mundo. “Isso mostra que o trail running está em forte crescimento no país. Tivemos muitos inscritos nas provas longas, mas a grande quantidade de pessoas nas curtas indica que há cada vez mais iniciantes na modalidade, o que é excelente para o nosso esporte”.
A edição 2025 da Sicoob Mons Ultra Trail teve 1.100 inscritos, um recorde desde que o evento foi criado, em 2021. Para acessar o resultado completo, acesse https://monsultratrail.com.br/.
A Sicoob Mons Ultra Trail tem patrocínio do Sicoob Trentocredi e apoio da Prefeitura de Nova Trento por meio da Secretaria Municipal de Esportes e da Secretaria de Cultura e Turismo. A realização é da Mons Ultra Trail e da Corre Brasil.
Por: Runners Brasil
Correr no asfalto e correr nas trilhas, embora ambas sejam corridas, parecem dois esportes diferentes. O asfalto é previsível: o terreno é plano, a passada é repetitiva e você consegue controlar cada quilômetro. Já a trilha traz desafios e sensações novas: subidas, descidas, pedras, raízes, lama… e aquela conexão intensa com a natureza.
A boa notícia é que começar no trail é mais simples do que parece. Basta seguir alguns cuidados básicos e entender que alguns ajustes na corrida fazem toda a diferença. Desconectar do pace, manter o olhar atento ao chão e aceitar que em alguns momentos precisaremos caminhar são atitudes que tornam a experiência segura e prazerosa.
Como ultramaratonista, treinadora e fisioterapeuta, já fiz essa transição inúmeras vezes, tanto na minha própria experiência quanto com alunos da MXP. O que funciona é ouvir o corpo, respeitar o terreno e organizar o treino com inteligência — sem pressa, sem medo e com prazer em cada passo.
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Entenda o que muda no corpo e na mente
Cada passo na trilha exige músculos diferentes dos usados no asfalto. Glúteos, core e tornozelos entram em ação de forma intensa. O terreno irregular desafia articulações e equilíbrio, e a mente precisa se concentrar para não tropeçar, decidir quando correr ou caminhar e se adaptar constantemente.
Dica prática: comece treinando em estradões ou trilhas leves, onde você pode se familiarizar com subidas e descidas sem perigo. Isso ajuda o corpo a se acostumar com os movimentos diferentes e evita sobrecarga ou lesões.
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Exercícios de estabilidade e força são aliados
Um treinamento de força específico para o trail não é obrigatório, mas faz toda a diferença. O corpo precisa estar preparado para os movimentos bruscos e instáveis que o terreno exige. Tornozelos, joelhos e quadris trabalham de forma diferente, e exercícios simples de estabilidade ajudam a prevenir dores e lesões, além de tornar a corrida mais segura e prazerosa.
Alguns exercícios simples ajudam bastante:
- Agachamentos e variações unilaterais para glúteos e equilíbrio
- Stiff ou ponte de quadril para fortalecer posteriores e quadris
- Prancha dinâmica para ativar o core e proteger a lombar
- Exercícios de propriocepção para melhorar a resposta do corpo a mudanças rápidas de terreno
Duas sessões por semana já fazem grande diferença: mais força nas subidas, controle nas descidas, menos desconfortos e mais prazer a cada passo na trilha.
Escolha o tênis certo
O tênis de trail é acessório de segurança. Ele tem solado com grip (uma espécie de garrinhas) que evita escorregões e um cabedal mais firme para proteger os pés de impactos, pedras e raízes. Além disso, dá estabilidade extra aos tornozelos, que são muito demandados no terreno irregular.
Um bom tênis faz você se sentir seguro e confiante nas trilhas.
Ritmo certo: aprenda a correr com a natureza
Tentar manter o pace do asfalto é um erro. Na trilha, a corrida é sobre gestão de energia: caminhar nas subidas, respirar nas descidas e aproveitar os trechos planos para soltar o corpo. A inteligência está em usar o ritmo certo, sem pressa, sem comparação.
No asfalto, você corre contra o relógio. Na trilha, você corre com a natureza e aprende a apreciar cada metro percorrido.
Como não se perder nas trilhas
Um dos maiores medos de quem começa no trail é se perder. Isso pode ser facilmente evitado com alguns cuidados simples. Comece por trilhas curtas e bem marcadas, onde já existem percursos definidos. Outra dica é usar aplicativos como Strava para seguir rotas de outros corredores ou buscar trilhas já registradas. Ou ainda, importar rotas prontas para dentro dos relógios com GPS e sistema de navegação que ajudam a manter a orientação e a segurança.
Se possível, vá acompanhado de alguém mais experiente: além de tornar a corrida mais segura, é uma ótima oportunidade de aprender com quem já entende do assunto.
No trail, planejamento e atenção ao percurso são tão importantes quanto força e resistência. Assim, você aproveita a trilha sem medo e com liberdade para contemplar as paisagens. A natureza encanta!
Conclusão
O trail, além de uma corrida, é uma experiência. Comece devagar, respeite seus limites, escolha trilhas marcadas e ajuste seu ritmo conforme necessário. Cada passo é um aprendizado: você vai perceber como seu corpo reage, como sua mente se adapta e como pequenas estratégias (como olhar o chão, dosar o esforço, usar a energia no momento certo) fazem toda a diferença.
Não é sobre correr rápido ou seguir um pace perfeito, é sobre aprender, ganhar confiança e aproveitar a liberdade de estar na natureza. Com prática e consistência, o trail deixa de ser desafio e se torna parte da sua rotina de corrida, trazendo prazer, força e sensação de conquista a cada quilômetro percorrido.
Por: Taís Damasio

Trail Running
World Trail Races chega ao Nordeste: Pipa (RN) será o palco da primeira etapa da liga na região
WTR reforça sua expansão nacional e leva a experiência de trail run e MTB para o Rio Grande do Norte
Publicados
9 meses atrásem
22/05/2025De
Pablo MateusA World Trail Races (WTR), referência em esportes de montanha no Brasil, anuncia sua primeira etapa no Nordeste. Em 2026, Pipa, no Rio Grande do Norte, será o cenário de uma experiência esportiva única, marcada para os dias 2 e 3 de maio. A escolha dessa data estratégica, devido ao feriado de 1º de maio, visa facilitar a participação dos atletas e atrair visitantes para esse destino turístico paradisíaco, reforçando um dos pilares da liga de turismo esportivo.
A WTR tem mostrado um crescimento significativo ao longo dos anos, com um aumento de 65% no número de participantes de 2022 para 2024. Esse crescimento reflete a expansão da liga em diversas regiões do Brasil, com a realização de etapas em cidades como Nova Lima (MG), Miguel Pereira (RJ), Campos do Jordão (SP), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Arraial do Cabo (RJ). “Estamos muito satisfeitos em dar esse passo importante ao levar a WTR para o Nordeste. Essa expansão é reflexo da crescente demanda por eventos de trail run e mountain bike, e também do nosso objetivo de expandir a WTR para todo o Brasil. Estamos ansiosos para levar a experiência WTR para Pipa e oferecer uma nova oportunidade para os atletas vivenciarem nossa marca em um dos destinos turísticos mais incríveis do país”, afirma Gabriela Corrêa, Head de Marca da WTR.
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A realização desta etapa será em conjunto com duas empresas com sólida experiência na execução de eventos no Nordeste, especialmente no Rio Grande do Norte: HI Sports e Superação Eventos. Ambas possuem uma ampla trajetória no mercado e foram fundamentais para garantir que o evento seja realizado com a mais alta qualidade e credibilidade. “A parceria com a WTR fortalece ainda mais nossa atuação na região. Com nossa expertise local e o compromisso com a excelência, estamos prontos para entregar um evento de nível internacional, promovendo o esporte e o turismo de maneira sustentável”, destaca Stênio Bezerra, sócio da HI Sports.
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Pipa, localizada no município de Tibau do Sul, é reconhecida por suas belezas naturais e atrativos turísticos. Em 2024, o Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 27,2% na chegada de turistas internacionais, totalizando mais de 25 mil visitantes estrangeiros, de acordo com o Ministério do Turismo. A realização da etapa da WTR em Pipa visa não apenas promover o esporte, mas também contribuir para o desenvolvimento do turismo local, atraindo atletas e turistas de diversas regiões.
Ao combinar os desafios do trail run e mountain bike com novos destinos, a WTR reforça sua missão de oferecer aos participantes e visitantes uma experiência única. Além da competição, atletas e turistas poderão aproveitar as diversas opções de lazer que Pipa oferece, como trilhas, passeios de barco, arvorismo e, claro, a gastronomia local, famosa pelos pratos típicos do litoral nordestino.
O apoio das autoridades locais também tem sido essencial para a realização deste evento. “A realização da WTR em Pipa representa mais um passo importante na consolidação do município como polo de eventos esportivos de relevância nacional e internacional. É uma oportunidade de mostrar ao mundo nossas belezas naturais, nossa infraestrutura e a receptividade do povo de Tibau do Sul”, afirma Valdenício Costa, prefeito de Tibau do Sul.

A World Trail Races é uma liga de esportes de montanha que combina desafios esportivos de alta performance com a preservação e valorização das belezas naturais do Brasil. Ao longo de sua história, a WTR tem se consolidado como uma plataforma de impacto positivo, promovendo a integração entre esporte e turismo e incentivando a sustentabilidade.
Com a inclusão de Pipa em seu calendário, a WTR segue sua trajetória de crescimento, garantindo que mais atletas e turistas possam viver a emoção das provas em lugares inesquecíveis.
A Liga WTR conta com o patrocínio de grandes marcas como Heineken, VIVO, The North Face, Ford e Vale, que trazem seu apoio para garantir o sucesso do evento. A WTR também conta com o apoio de Mombora e Vono, parceiros que estão juntos na missão de levar o esporte e o turismo a novos patamares no Brasil.
Para mais informações visite www.worldtrailraces.com.br ou siga nas redes sociais: @worldtrailraces.
Por: Runners Brasil
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