Fisioterapia esportiva
Novos estudos apontam que perda de peso com medicamentos é eficaz para reduzir dores e prorrogar prótese em pacientes com artrose de joelho e quadril
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Pablo MateusJá se sabe há muito tempo que a perda de peso traz inúmeros benefícios para as articulações do joelho e do quadril. Isso ocorre devido à sobrecarga mecânica e a inflamação sistêmica. No entanto, a perda de peso pode levar a uma redução de 40% na necessidade de realizar uma prótese de quadril e diminuição de 20% da prótese de joelho, em pacientes que perderam peso.
Estes dados integram estudos recentes – realizados em pacientes por um período de 18 meses – com medicamentos criados inicialmente para o tratamento do diabetes e que ganharam fama pelo efeito no emagrecimento: a tizerpatida e a semaglutida. Agora, seus efeitos estão indo além da balança e beneficiando pacientes com necessidade de prótese.
“O excesso de peso sobrecarrega as articulações dos joelhos e quadris, o que acelera o desgaste da cartilagem. Além disso, a obesidade está associada a um estado de inflamação crônica no corpo e o tecido adiposo (gordura) libera substâncias inflamatórias, que podem danificar a cartilagem e agravar a artrose”, explica o ortopedista e especialista em cirurgia do joelho e do quadril, Thiago Fuchs.

O principal trabalho que colocou o tema em evidência foi o SURMOUNT-5, publicado no New England Journal of Medicine. O estudo comparou duas medicações amplamente conhecidas, a tirzepatida (Mounjaro), e a semaglutida (Ozempic e Wegovy). O objetivo principal era avaliar a perda de peso, mas os pesquisadores observaram também desfechos secundários relevantes para a ortopedia.
Já outro estudo, publicado no final de 2025, realizado por pesquisadores do Centro de Ortopedia e Artrite para Pesquisa de Resultados do Brigham and Women’s Hospital, ambos em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos avaliou o custo-efetividade de agonistas do receptor de GLP-1 (GLP1RAs) e outras intervenções para perda de peso em pacientes com osteoartrite de joelho e obesidade.
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Eles examinaram seis estratégias clínicas: tratamento usual mais dieta e exercícios, tratamento usual com semaglutida, tratamento usual com tirzepatida, tratamento usual com cirurgia bariátrica. Todos os participantes tiveram um nível de redução da dor em pessoas com IMC > 30 kg/m² e osteoartrite de joelho sintomática.
“Esses dados não significam que o medicamento evite a prótese para sempre, mas mostram que muitos pacientes conseguiram sair da fila ou adiar a cirurgia no curto e médio prazo”, explica o médico ortopedista Thiago Fuchs, cirurgião de joelho e quadril, especialista no tratamento da artrose.
Obesidade x articulações
Uma das explicações é biomecânica. Durante a caminhada, o joelho suporta de 3 a 5 vezes o peso corporal, e o quadril, de 2 a 3 vezes. “Cada quilo perdido representa dezenas de quilos a menos de carga dentro da articulação a cada passo. Ao longo do dia, isso se transforma em toneladas de impacto poupadas”, explica Fuchs.
Essa redução de carga pode resultar em menos dor, mais mobilidade, melhor resposta aos exercícios e maior tolerância ao tratamento conservador.
Ainda assim precisa operar?
Mesmo entre pacientes que acabaram passando pela cirurgia de prótese, dados observacionais mostraram benefícios relevantes do uso prévio de agonistas de GLP-1, como tirzepatida e semaglutida. Nesses pacientes, observou-se a redução de infecção periprotética (de 1% vs. 1,8%), uma menor taxa de reinternação em 90 dias (5,3% de quem não usou medicação vs. 8,9% de quem usou) e a redução de complicações médicas totais
(10,6% vs. 12,7%).
“Esses números são muito importantes do ponto de vista cirúrgico, porque obesidade aumenta o risco de complicações. Melhorar o perfil metabólico antes da cirurgia pode tornar o procedimento mais seguro. Mas é imprescindível que o paciente informe ao cirurgião que está usando esses medicamentos. O uso precisa ser suspenso algumas semanas antes da cirurgia, para não haver riscos na cirurgia”, alerta o especialista.
Resultado do Mounjaro é duradouro?
Apesar dos resultados animadores, há limites claros nos dados atuais. O que a ciência ainda não sabe é se esse efeito dos medicamentos vai se manter por vários anos. Os estudos mostram adiamento e redução da necessidade de prótese no curto e médio prazo, não uma prevenção definitiva. E para responder essa dúvida, um novo estudo está em andamento. É o STOP Knee OA.
Trata-se de um estudo clínico em andamento – e que portanto ainda não teve resultados publicados – que avalia o impacto da tirzepatida em pacientes com artrose moderada a grave de joelho, muitos deles já aguardando cirurgia de prótese. O objetivo do estudo é responder se os medicamentos reduzem dor e limitação funcional, diminuem ou adiam a necessidade da artroplastia, e se melhoram a qualidade de vida desses pacientes.
Mas o Dr. Thiago Fuchs reforça que esse tipo de medicação não é um tratamento isolado para artrose e não deve ser usada sem indicação médica. “O maior risco do ponto de vista ortopédico é a perda muscular junto com a perda de peso, o que pode piorar os sintomas da artrose”, alerta. Portanto, não é indicado a todos os pacientes.
Por isso, a abordagem correta no tratamento da obesidade e artrose envolve exercícios de força e fisioterapia; alimentação adequada, controle metabólico e a avaliação individual com endocrinologista, nutricionista e o ortopedista.
Para Fuchs, a promessa de ganhos no tratamento ortopédico com o uso de tirzepatida é real, mas com cautela. “Eles não substituem o tratamento ortopédico tradicional, mas podem ser aliados poderosos para reduzir dor, melhorar função, diminuir complicações e adiar a prótese em pacientes bem selecionados. A chave é usar com critério e numa estratégia multidisciplinar”, conclui.
Por: Runners Brasil
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Fisioterapia esportiva
Mobilidade e Flexibilidade: O Segredo Escondido da Corrida Eficiente
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2 meses atrásem
30/11/2025De
Redação RRBA maior preocupação e foco dos corredores comumente está ligada com a performance em ritmo, velocidade e volume de treino. Mas existe um elemento silencioso e decisivo que separa a corrida fluida, leve, daquela corrida cheia de esforço, ou seja capacidade do corpo se mover bem. Já reparou que, em alguns dias, a passada parece “travar”? Ou que a musculatura responde mais lenta, mesmo com o condicionamento em dia? A resposta pode não ser o fôlego e sim a mobilidade e a flexibilidade.
Mobilidade é a qualidade que permite às articulações se moverem por toda a amplitude necessária, enquanto a flexibilidade é a capacidade dos músculos se alongarem sem gerar restrição ou dor. Juntas, elas funcionam como a engrenagem que mantém a corrida eficiente, econômica e livre de desconfortos. Quando estão limitadas, o corpo compensa: encurta a passada, sobrecarrega regiões como quadril, tornozelos, joelhos e coluna lombar aumentando o risco de lesões como tendinites e distensões.
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Corredores com boa mobilidade conseguem absorver melhor o impacto e manter a postura mais estável, o que reduz gasto energético. Já a flexibilidade adequada facilita movimentos mais fluidos, melhora a cadência e permite ajustes rápidos no terreno, o que é essencial para quem corre na rua, na trilha e principalmente corredores de longas distâncias.
A boa notícia é que pequenos hábitos fazem grande diferença. Sessões curtas de mobilidade antes do treino focadas em tornozelos, quadril e coluna, ajudam a aquecer o corpo para correr. Incorporar alongamentos leves, sessões curtas duas ou três vezes na semana, podem prevenir e tratar os encurtamentos musculares.
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A constância importa mais do que a duração: 10 minutos por dia já podem transformar a qualidade da sua corrida em poucas semanas.
Incorporar esses cuidados também melhora a propriocepção, a consciência do movimento, permitindo ao corredor perceber desequilíbrios antes que eles se tornem lesões. É como afinar um instrumento: o corpo, quando flexível e móvel, responde melhor, mais rápido e com menos esforço.
A corrida não é feita apenas de pernas fortes e coração resistente. Ela nasce, sobretudo, de um corpo que se movimenta com liberdade.
Ao cuidar da mobilidade e da flexibilidade, você não só corre mais leve, como amplia sua longevidade no esporte.
Por: Dra. Adeline Leal – Crefito3 103413-F

Fisioterapia esportiva
Artrose no joelho: correr é mesmo proibido?
Você nunca mais pode correr por causa da artrose do seu joelho.
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3 meses atrásem
26/11/2025De
Pablo MateusPouca coisa assusta mais um corredor do que ouvir essa frase no consultório. Para muitos, é quase uma sentença de fim de carreira esportiva, um convite direto ao sedentarismo. Como ortopedista e corredor, escuto essa queixa com frequência. Mas será que essa orientação combina com o que a literatura médica mais atual mostra sobre artrose e corrida? Ou estamos, às vezes, proibindo de correr justamente quem mais se beneficiaria de continuar se movimentando?
Artrose não é só “desgaste”
Antes de falar de corrida, vale lembrar: artrose não é simplesmente “falta de cartilagem” ou “osso com osso”.
Trata-se de uma doença articular crônica, que envolve cartilagem, osso subcondral, membrana sinovial, músculos e todo o ambiente ao redor da articulação. E, ao contrário do que muita gente imagina, o movimento — quando bem dosado — pode ser parte do tratamento, não do problema.
Hoje sabemos que permanecer parado, com medo de usar a articulação, muitas vezes piora dor, função e qualidade de vida. O sedentarismo é um fator de risco tão importante quanto qualquer radiografia “feia”.
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O que a ciência diz sobre corrida e artrose
Quando olho para os estudos que comparam corredores e não corredores, a mensagem é bem diferente daquela frase “nunca mais corra”:
– A corrida recreativa, praticada com bom senso, não aumenta o risco de desenvolver artrose de joelho em comparação a pessoas sedentárias. – Em alguns trabalhos, corredores recreacionais apresentam igual ou até menor prevalência de artrose do que quem não corre. – Em pacientes que já têm artrose leve a moderada, correr com carga controlada não necessariamente acelera a progressão da doença, especialmente quando há fortalecimento e acompanhamento adequado.
Em outras palavras: não é a corrida em si que “destrói” o joelho, mas a combinação de carga exagerada, falta de preparo muscular, histórico de lesões importantes e ausência de orientação.
Quando faz sentido pausar ou reduzir a corrida
Isso não significa que todo joelho com artrose está liberado para qualquer tipo de treino. Há situações em que faz, sim, sentido pausar a corrida ou diminuir a intensidade por um período, por exemplo:
– Dor intensa durante ou após a corrida, a ponto de alterar a marcha. – Inchaço frequente no joelho depois dos treinos. – Artrose avançada, com grande limitação de mobilidade e impacto na função diária. – Pós-operatórios recentes ou presença de outras lesões relevantes associadas (ligamentares, meniscais complexas, fraturas articulares).
Mesmo nesses cenários, a visão atual não é “proibir para sempre”, e sim tratar, reabilitar, ajustar a carga e reavaliar. Em muitos casos, o corredor volta à atividade em algum nível, ainda que com distância menor, ritmo mais moderado ou alternando com outras modalidades.
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Como tornar a corrida mais “amiga” da artrose
Na prática, a pergunta que mais gosto de ouvir no consultório não é “posso ou não posso correr?”, mas:
“De que forma posso correr com o menor risco e o maior benefício possível para o meu joelho?”
Alguns princípios ajudam:
1. Fortalecimento em dia Quadríceps, glúteos e musculatura do core funcionam como amortecedores biológicos. Quanto mais fortes e coordenados, menor a sobrecarga direta sobre a articulação.
2. Progressão gradual de carga Distância, pace e frequência devem aumentar aos poucos. O corpo precisa de tempo para se adaptar. Planilhas que respeitam essa progressão reduzem crises de dor e inflamação.
3. Terreno e calçado adequados Superfícies mais macias (terra batida, pista sintética, grama) costumam ser mais toleradas do que concreto puro. O tênis deve ser confortável para o corredor, com boa resposta para o seu estilo de passada — não existe um modelo mágico, existe o que funciona para aquele joelho.
4. Variedade de estímulos Alternar corrida com caminhada, bicicleta, musculação ou natação ajuda a manter o condicionamento sem concentrar toda a carga em um único tipo de impacto.
5. Monitorar os sinais do joelho Dor leve e transitória pode ser aceitável. Mas dor forte, que persiste por mais de 24–48
horas, somada a inchaço, é um sinal claro de que a dose está alta demais e precisa ser ajustada.
Conclusão: ajustar a rota, não abandonar o caminho
Para muitos corredores com artrose, a pior lesão não está no joelho, mas na relação com o próprio movimento. A frase “você nunca mais pode correr” corta um vínculo com algo que dá prazer, saúde física e equilíbrio emocional.
A boa notícia é que a ciência tem mostrado um cenário mais esperançoso: com acompanhamento adequado, fortalecimento, ajustes de carga e, principalmente, escuta atenta do corpo, é possível que a corrida continue fazendo parte da vida de quem tem artrose — ainda que em um novo formato.
Se você tem artrose e ama correr, leve essa conversa ao seu médico ou fisioterapeuta. Em vez de perguntar apenas “Posso correr?”, experimente perguntar:
“O que eu preciso ajustar para correr da forma mais segura possível no meu caso?”
Talvez você descubra que, em vez de uma linha de chegada definitiva, a artrose seja apenas um convite para correr de um jeito diferente — e, quem sabe, ainda mais consciente.
Por: Dr. Eduardo Castro

Fisioterapia esportiva
Cadeia Posterior Encurtada: O Inimigo Invisível da Performance
Publicados
3 meses atrásem
12/11/2025De
Redação RRBVocê já fez um tiro forte durante o treino e sentiu que algo estava “travando” seus passos? Muitos corredores acreditam que falta força, fôlego ou um tênis mais tecnológico. Mas existe um fator silencioso e pouco discutido que pode sabotar sua economia de corrida: o encurtamento da musculatura posterior dos membros inferiores.
Como a cadeia posterior influencia sua corrida
Isquiotibiais, panturrilhas, glúteos e a fáscia plantar formam um sistema contínuo que estabiliza e propulsiona o corredor. Quando essa cadeia perde elasticidade, o corpo passa a limitar a extensão do quadril, o que reduz a amplitude de movimento. Sem extensão adequada, surgem compensações: passos mais longos, aumento do impacto e uma cadência mais baixa.
Quando falta mobilidade, sobra gasto de energia
Se o quadril não se estende o suficiente, o corredor passa a buscar velocidade aumentando o comprimento do passo (overstriding). Isso faz o pé aterrissar à frente do centro de massa, gerando maior impacto no joelho e na lombar. Em vez de avançar com eficiência, o corpo passa a frear a cada passada. O resultado é simples: você gasta mais energia para manter o mesmo ritmo.
Impacto nas lesões e no desempenho
A cadeia posterior encurtada está associada ao aumento de lesões comuns no corredor, como tendinopatia da pata de ganso, fascite plantar, tendinite de Aquiles e dor lombar. Sem flexibilidade, a musculatura perde sua capacidade de absorver impacto e transmitir força. A corrida deixa de ser fluida e passa a ser desgastante.
O que realmente funciona (e não é só alongar)
A solução vai além de alongar. O mais eficaz é combinar mobilidade, alongamento dinâmico e fortalecimento excêntrico. Exercícios como balanço de pernas, mobilidade de quadril e trabalho excêntrico para isquiotibiais e panturrilhas trazem ganhos diretos na técnica e na performance.
Conclusão
Cuidar da mobilidade da cadeia posterior é cuidar da eficiência da corrida. Quando você ganha amplitude e equilíbrio entre força e flexibilidade, o corpo passa a transformar energia em velocidade — não em impacto. Na próxima vez que sentir seu ritmo travar, lembre-se: a velocidade nasce no quadril.
Por: Eduardo de Castro

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