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Corrida e Dermatologia

Suplementação de colágeno para corredores: moda ou ciência?

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A prática da corrida de rua não apenas desafia os limites musculares dos corredores, mas também exige cuidados especiais com a saúde da pele e das articulações. O colágeno é uma proteína estrutural essencial encontrada no corpo humano e desempenha um papel fundamental na saúde desses tecidos. O colágeno é a proteína mais abundante no corpo humano e é responsável por proporcionar estrutura e elasticidade à pele, além de suporte às articulações, tendões e ligamentos. Com o envelhecimento e a exposição a fatores ambientais como radiação ultravioleta e poluição ocorre a quebra das fibras de colágeno e a reduçao da produção natural de colágeno, levando ao aparecimento de rugas, flacidez da pele e diminuição da flexibilidade das articulações.

A real eficácia de suplementar o colágeno e a melhor forma de fazer vem sendo amplamente estudada com o objetivo de identificar os benefícios que podem ser esperados. Diversos estudos sobre o tema evidenciaram que a suplementaçao de colágeno hidrolisado tem melhor absorção do que as fontes de proteína consumidas na dieta convencional e que além de ser uma fonte extra de aminoácidos atua em uma atividade biológica na matriz extracelular promovendo melhorias através de seus peptídeos bioativos.

As evidências científicas mais recentes, que compilam dados de dezenas de artigos, comprovam que existe melhora significativa na hidratação e elasticidade da pele com o uso dessa suplementação e os beneficios iniciam após 8 semanas de uso do colágeno na forma hidrolisada. Melhora discreta de rugas e da densidade da pele também foi observada em algumas metanálises. O efeito mais importante do colágeno em relaçao ao envelhecimento cutâneo é o estímulo à produçao do acido hialurônico pelos fibloblastos da derme que está relacionada à hidratação. As melhores fontes de colágeno são as derivadas marinhas como as extraídas de pele, barbatanas e ossos de peixes porque têm aminoácidos semelhantes aos dos mamíferos, ótima absorção e bom perfil de segurança. Outra melhora comprovada com o uso de colágeno suplementado foi na elasticidade de pele. A rede de fibras elásticas confere propriedades mecânicas importantes como maleabilidade e resiliência à pele e é composta de elastina e microfibrilas, que são compostas por proteína. O uso de colageno hidrolisado por mais de 12 semanas mostrou benefício em comparaçao com pacientes que nao utilizaram em relação ao parâmetro de elasticidade.

 Em resumo, a suplementação prolongada de colágeno hidrolisado (por tempo superior a 8-12 semanas) pode ajudar a manter e melhorar a elasticidade e a hidratação da pele, minimizando os efeitos do envelhecimento e reduzindo o impacto dos danos causados pelo sol e pela poluição. Para os corredores de rua, que estão frequentemente expostos a essas intempéries, isso pode ser especialmente benéfico.

Outra questão importante é o benefício em relação à recuperação de lesões. Correr coloca uma pressão significativa nas articulações, o que pode levar a lesões musculares e articulares. A perda de colágeno nos tecidos óestoarticulares ocorre de forma fisiológica e tem muitos fatores envolvidos: envelhecimento, perfil hormonal, gordura corporal, processos inflamatórios, sedentarismo, sobrecarga mecância e doenças articulares. A atividade física é considerada um fator protetor para a perda de colágeno, além de todos os outros benefícios físicos e mentais ja conhecidos. Ha questões, entretanto, inerentes a alguns tipos de exercício como impacto, sobrecarga articular e esforço repetitivo que podem acelerar a perda de colágeno articular em pessoas ativas, como nós corredores.

 

A suplementação de colágeno tem sido associada à redução da dor e ao auxílio na recuperação de lesões, promovendo a regeneração do tecido conjuntivo. A cartilagem nas articulações é composta principalmente de colágeno. A suplementação pode ajudar a fortalecer e proteger as articulações, reduzindo o risco de lesões e agravamento de condições como a osteoartrite por preservar a densidade da cartilagem e a mobilidade aritcular. Beneficios em relaçao ao aumento da massa ossea e força ossea a resistencia tabém foram descritos em artigos científicos. Manter a saúde das articulações é essencial para o desempenho atlético. Corredores de rua que se beneficiam de articulações mais saudáveis ​​tendem a ter uma melhor resistência e menor probabilidade de interrupções devido a lesões.

Existem várias formas de suplementação de colágeno disponíveis, incluindo colágeno hidrolisado em gomas, pós e cápsulas. O colágeno hidrolisado é uma forma popular, pois é facilmente absorvido pelo corpo e pode ser adicionado a bebidas e alimentos. É encontrado tanto com sabores diversos ou até sem sabor, que pode ser misturado a outros suplementos como whey protein ou shakes. Encontrar o tipo mais prático de uso para o seu estilo de vida é importante para dar o seguimento prolongado que esse tratamento necessita.

Para obter resultados significativos, a suplementação de colágeno deve ser tomada regularmente, de acordo com as instruções do fabricante. Os benefícios podem ser obtidos apenas com o uso prolongado acima de 8 a 12 semanas, entao a constância é fundamental. Hidratação adequada é essencial para a saúde da pele e a eficácia da suplementação de colágeno. Certifique-se de beber bastante água ao longo do dia para manter a hidratação. Uma dieta rica em vitaminas, minerais e antioxidantes também é importante para apoiar a produção de colágeno e manter a saúde da pele e das articulações. A exposição excessiva ao sol pode danificar o colágeno na pele. Use protetor solar diariamente para proteger a pele dos raios UV prejudiciais e evitar dano solar que favorece a quebra do colágeno o qual estamos nos propondo a formar e preservar.

A suplementação de colágeno pode ser uma ferramenta valiosa para corredores de rua que buscam melhorar a saúde da pele e das articulações, promovendo a recuperação e o desempenho atlético. No entanto, é importante lembrar que os suplementos não são uma solução milagrosa e devem ser combinados com um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e prática regular de exercícios. Consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer regime de suplementação é sempre recomendado para garantir que seja adequado às necessidades individuais. Ao cuidar da saúde da pele e das articulações, os corredores de rua podem desfrutar de uma prática atlética mais sustentável e gratificante.

Por: Gabriela Maldonado

Dermatologista

Corrida e Dermatologia

Suplementos para pele de corredor: o que a ciência confirma e o que é só moda

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Quem corre busca saúde, energia e performance.

E, nos últimos anos, os suplementos voltados para “pele, cabelo e unhas” se tornaram populares entre corredores, principalmente entre mulheres que treinam ao ar livre. Mas nem tudo que aparece no rótulo tem comprovação.

Alguns suplementos realmente ajudam a proteger a pele da radiação, a reduzir inflamação e até a prevenir câncer de pele em pessoas de risco.

Outros, são apenas marketing bem embalado.

Afinal, o que funciona de verdade?

1.Nicotinamida: a vitamina que protege a pele do sol

Essa funciona. E muito.

O maior estudo sobre prevenção de câncer de pele não melanoma(NEJM, ONTRAC) mostrou que a nicotinamida 500 mg 2x/dia reduziu em 23% a formação de novos tumores cutâneos em pacientes de alto risco.

Para quem treina ao ar livre, isso significa:

  • menos dano por UV
  • melhor reparo do DNA
  • menor inflamação cutânea

Indicações reais:

  • Histórico pessoal de câncer de pele
  • Fotodano intenso
  • Corredores com exposição elevada ao sol

Não é: suplemento estético.

2. Polypodium leucotomos: o fotoprotetor oral

Suplemento de origem vegetal com forte ação antioxidante.

Estudos mostram que ele:

  • aumenta a tolerância da pele ao UV
  • reduz eritema
  • diminui inflamação e dano celular

É um bom coadjuvante para quem:

  • corre no sol com frequência
  • tem melasma
  • possui fotodermatoses
  • participa de provas longas ao ar livre

Mas atenção:

Ele não substitui protetor solar tópico.

É um reforço, não o escudo principal.

3. Ômega-3: anti-inflamatório sistêmico

Os ácidos graxos (EPA e DHA) têm papel importante em doenças dermatológicas inflamatórias, como:

  • psoríase
  • dermatite atópica
  • acne inflamatória

Para corredores, podem ajudar quando há:

  • pele sensibilizada por suor e atrito
  • eczema recorrente
  • crises inflamatórias pós-prova

Funciona melhor como adjuvante.

4. Colágeno hidrolisado, peptideos de colageno: o mais controverso

Até 2023 os estudos mostravam melhora em:

✔ hidratação

✔ elasticidade

✔ rugas finas

Recentemente em setembro de 2025 foi publicado um estudo clinico que não evidenciou beneficio.

5. Probióticos: promessas, mas depende da cepa

As evidências têm crescido principalmente para:

  • dermatite atópica (especialmente na infância)
  • acne inflamatória (como complemento)

Mas cuidado:

Probióticos não são todos iguais.

O efeito depende da cepa específica usada nos estudos.

Não dá para generalizar.

6. psulas de beleza: o que é mito?

Muitos suplementos vendidos como “para cabelo, pele e unhas” parecem milagrosos mas são, na prática, multivitamínicos genéricos.

Quando fazem sentido:

  • Quando existe deficiência real de ferro, zinco, vitamina D, proteínas ou B12.

Quando não fazem:

  • Quando usados sem avaliação médica.
  • Quando prometem “crescimento acelerado de cabelo”.
  • Quando trazem megadoses de biotina (que ainda atrapalha resultados de exames).

O que a ciência NÃO respalda

  • cápsulas para “celulite”
  • suplementos anti-manchas sem estudo clínico
  • megadoses de antioxidantes “anti-idade”
  • fórmulas que prometem “efeito botox oral”
  • colágeno como substituto de procedimentos

A dermatologia séria não trabalha com promessas mágicas.

O que faz sentido para o corredor?

  • Para quem corre ao sol: polypodium + nicotinamida (em casos selecionados)
  • Para quem tem melasma: antioxidantes com filtro oral + protetor com cor
  • Para quem tem pele inflamada: ômega-3 + skincare suave
  • Para quem está envelhecendo com sol: skincare adequado, procedimentos dermatológicos individualizados
  • Para quem está cansada/o e com queda de cabelo: investigar antes de suplementar

Conclusão: suplemento não é milagre é estratégia

Para o corredor, suplementação eficaz é aquela baseada em evidência, não em marketing.

O que realmente funciona na pele é sempre uma soma de:

  • sol com moderação
  • protetor solar diário
  • hidratação
  • dieta equilibrada
  • treino inteligente
  • suplementos apenas quando fazem sentido

Na corrida e no cuidado da pele o que vence é a constância, não a promessa.

Dra Sabrina Cabral Bezerra

Dermatologista CRM 152146 RQE 51002

@dermatosports

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Corrida e Dermatologia

Melasma na mulher que corre: o que a ciência revela

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Quem corre ao ar livre conhece bem o prazer de sentir o vento no rosto e o sol aquecendo a pele. Mas para muitas corredoras, essa combinação também traz um desafio persistente: o melasma.

O melasma não é só uma “mancha”, é uma condição inflamatória crônica, que acontece em uma pele naturalmente mais sensível e reativa, influenciada por hormônios, genética e exposição à luz.

Hoje sabemos que a mulher que corre vive exposta a estímulos que ativam o melanócito (célula produtora de melanina) o tempo todo,  mesmo quando não há sol direto.

As pesquisas confirmam que a pele da mulher com melasma funciona de forma biologicamente diferente, e a corrida ao ar livre pode acionar mecanismos que pioram o quadro.

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A ciência do melasma: muito além do sol

Com base no artigo Pathogenesis of Melasma Explained (IJD, 2025), o melasma hoje é entendido como uma desordem complexa que envolve:

✔️ Inflamação persistente

O melasma é alimentado por mediadores inflamatórios (ex.: IL-17, TNF-α). A pele inflamada responde com mais pigmentação.

✔️ Disfunção da barreira cutânea

Mulheres com melasma têm a barreira da pele mais permeável, perdendo mais água e ficando mais reativas.

✔️ Ativação exagerada dos melanócitos

Os melanócitos não são preguiçosos”, são hiperativos. Eles produzem melanina com estímulos mínimos: calor, luz visível ou ultravioleta.

✔️ Fibroblastos senescentes e elastose solar

O artigo descreve que peles com melasma têm:

  • aumento de fibroblastos envelhecidos,
  • dano ao colágeno,
  • maior quantidade de elastose solar.

Isso faz com que o pigmento “grude” mais na pele.

✔️ Aumento de mastócitos

Mastócitos liberam histamina → mais inflamação → mais melanina. O melasma é, em parte, uma “dermatite crônica pigmentante.”

✔️ Vascularização aumentada

A pele da região afetada tem mais vasos sanguíneos, o que estimula melanócitos e dificulta clareamento.

E o que tudo isso tem a ver com a corredora?

Muito.

A mulher que corre ao ar livre está exposta a praticamente todos os gatilhos científicos do melasma.

1. Luz visível (inclusive azul)

Segundo o artigo, a luz visível penetra profundamente e piora o melasma mesmo sem UV.
A corredora recebe luz visível:

  • pela manhã,
  • ao final da tarde,
  • em dias nublados.

2. Suor e inflamação

O suor altera o pH da pele e fragiliza a barreira.

Pele inflamada + barreira frustante = mais risco de pigmentação.

3. Atrito

O atrito promove inflamação e libera substâncias que ativam melanócitos (substância P, histamina).

4. Fatores hormonais

hormônios sexuais + inflamação + luz = o tripé do melasma feminino.

Por que o melasma é o teimoso?

❗ O melanócito do melasma é hiper-reativo

Ele precisa de menos estímulo para produzir mais melanina.

❗ O ambiente dérmico está alterado

Inflamação, vasodilatação, fibroblastos senescentes, tudo isso reforça o ciclo da mancha.

❗ O dano à barreira impede recuperação

A pele perde água e fica mais vulnerável a estímulos externos.

❗ O processo é crônico

Ou seja: é controlável, mas não “curável”.

Como controlar o melasma (de verdade) no dia a dia da corredora

1. Fotoproteção inteligente

* Protetor com cor (protege contra luz visível)

* FPS 50+

* Resistente ao suor

* Reaplicação a cada 2–3 horas

* Boné de aba larga + tecido respirável

 *Os filtros minerais e protetores com óxido de ferro são os mais eficazes.*

2. Escolha bem o horário do treino

3. Cuidados pós-treino para reduzir inflamação

  • Niacinamida
  • Ácido azelaico
  • Tiamidol
  • Antioxidantes (vitamina C estabilizada)

4. Reconstrução da barreira cutânea

  • Ceramidas
  • Esqualano
  • Pantenol

Esses ativos restauram a barreira e reduzem o sinal inflamatório que piora o melasma.

5.Tratamentos dermatológicos com base em evidência cientifica

* Hidroquinona (uso cíclico)

* Retinoides

* Ácido tranexâmico (tópico e oral)

  • Tiamidol
  • Microaglhamento leve com cautela

* Peelings não inflamatórios

* laser

* Luz intensa pulsada em casos com componente vascular

Hoje tratamos o melasma olhando para **melanina + inflamação + vasos + barreira cutânea**.

Conclusão

O melasma não tem cura, mas tem controle. O sucesso do tratamento depende da regularidade: proteger todos os dias, tratar com paciência e evitar excessos. Com estratégias inteligentes, proteção consistente e cuidado diário, é totalmente possível controlar a condição sem abrir mão da corrida.

O mais importante é lembrar:

Você não tem melasma por descuido, você tem melasma por biologia. E a ciência é a sua aliada.

Por: Dra Sabrina Cabral Bezerra – Dermtologista CRM 153146 RQE 51002

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Corrida e Dermatologia

Saúde do homem começa pela pele

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Novembro é o mês de falar sobre saúde do homem e a conversa vai muito além do câncer de próstata.

Entre os corredores e atletas, é comum cuidar da performance, do peso e do coração, mas esquecer daquilo que fala primeiro quando algo não vai bem: a pele.

A pele, que cobre e protege todo o corpo, é o espelho silencioso da saúde interna. Ela reflete hábitos, hormônios, alimentação, sono, estresse e até doenças sistêmicas que ainda não deram outros sinais.

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A pele como mapa da saúde do corpo

A dermatologia moderna entende a pele como um órgão de comunicação entre o corpo e o ambiente.

Mudanças na coloração, textura, queda de cabelo, coceiras ou manchas não são apenas estéticas, muitas vezes, são os primeiros sintomas de doenças internas.

O que a pele pode revelar:

  • Manchas ou feridas que não cicatrizam: podem indicar diabetes ou má circulação.
  • Ressecamento intenso e descamação: podem estar ligados a disfunções da tireoide.
  • Alterações nas unhas: podem refletir anemia, psoríase ou infecções fúngicas crônicas.
  • Lesões pigmentadas ou pintas novas: podem sinalizar melanoma ou outros tipos de câncer de pele.

O dermatologista: o clínico geral da pele

Ao contrário do que muitos homens imaginam, o dermatologista não cuida apenas de acne, cabelo ou estética. Ele é, cada vez mais, o profissional que identifica desequilíbrios metabólicos e hormonais precoces.

Durante uma consulta dermatológica, é possível detectar sinais de:

  • Diabetes tipo 2, pela presença de manchas escurecidas (acantose nigricans).
  • Hipertensão, por alterações em extremidades e vasos capilares.
  • Distúrbios hormonais masculinos, por queda capilar e acne de início tardio.

São alguns dos vários sinais que podem estar presentes. (RODRIGUES, R. F. et al. Manifestações cutâneas associadas a doenças sistêmicas. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 96, n. 6, p. 745–760, 2021. DOI: 10.1016/j.abd.2021.08.006.)

Autocuidado não é vaidade, é prevenção

Os homens ainda são os que menos procuram o dermatologista. O resultado? A maioria chega já com doenças em estágio avançado; e, por vezes mais graves, em decorrência de um diagnóstico mais tardio.

Mas esse cenário está mudando. A nova geração de corredores, triatletas e entusiastas do bem-estar começa a entender que autocuidado é uma forma de performance: quem dorme bem, hidrata e protege a pele, recupera melhor e tem mais energia para treinar.

Check-up dermatológico masculino ideal:

  • 1x por ano, incluindo avaliação de pintas, couro cabeludo e unhas.
  • Exame de corpo inteiro com dermatoscopia.
  • Avaliação de manchas solares e lesões de atrito (como nos  mamilos e virilha).
  • Revisão de hábitos de fotoproteção e produtos usados pós-treino.

Sem tabu: estética também é saúde

O cuidado com a aparência não é vaidade, é bem-estar.

Procedimentos simples, como limpeza de pele, hidratação facial e tratamento da queda capilar, aumentam a confiança e a motivação, fatores diretamente ligados à saúde mental e ao desempenho esportivo. A dermatologia masculina evoluiu: há fórmulas e tratamentos adaptados à pele mais espessa e oleosa dos homens, sem complicações nem excesso de produtos.

Conclusão
A saúde do homem começa pela pele porque é nela que o corpo dá seus primeiros sinais.

O autocuidado não precisa ser complicado, nem excessivo.

Basta atenção, prevenção e a decisão de olhar para si com o mesmo compromisso que se dedica aos treinos.

Neste Novembro Azul, o convite é simples:

Faça seu check-up. Use protetor solar. Cuide da pele. Afinal, a melhor linha de chegada é a de uma vida longa e saudável.

Por: Dra Sabrina Cabral Bezerra – Dermatologista CRM 153146 RQE 51002

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