Equipado para Correr
Brooks Hyperion Max 3: Um gigante do amortecimento para treinos e maratonas
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3 meses atrásem
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Pablo MateusEm um universo onde conforto e desempenho caminham juntos, o Brooks Hyperion Max 3 surge como uma promessa de inovação para quem busca amortecimento elevado e versatilidade na corrida. Com a crescente demanda por tênis de alta performance que entregam não só suporte em treinos longos, mas também aquele “algo a mais” nos dias de ritmo, os chamados “super trainers” têm dominado as vitrines e conversas entre corredores. O Hyperion Max 3 chega com apostas altas e uma missão clara: ser confortável e eficiente, dos longos aos tiros. Será que consegue?
Principais atualizações técnicas e primeira impressão
O modelo traz mudanças marcantes em relação à versão anterior, com destaque para o acréscimo de 10 mm de altura em sua entressola, agora categorizando-o como um verdadeiro max stack – ou seja, muito mais espuma sob os pés. A combinação da nova espuma DNA Gold (macia, responsiva e elástica) sobre a DNA Flash V2 (mais firme) garante sensação de proteção aliada ao retorno energético. Entre as duas camadas, um plate propelente conhecido como Speedvault trabalha para dar estabilidade e leve propulsão sem roubar o conforto.
O cabedal evolui para um knit elástico e minimalista, com língua integrada ao design. O ajuste é anatômico: oferece boa segurança na região do calcanhar e do médio-pé, mas, segundo os relatos, ficou mais justo e menos “livre” em relação à versão anterior. Há espaço suficiente na caixa dos dedos, mas o tênis abraça mais o pé, indicando vocação para ritmos vivos e treinos com objetivo definido. O peso também aumentou um pouco para cerca de 288 g, sendo ainda competitivo para a categoria.
Nas passadas, o Hyperion Max 3 entrega rolamento suave graças ao formato rocker da sola, mas permanece estável, mesmo com salto mais alto. A camada de borracha é suficiente para boa aderência em pisos secos e oferece proteção ao desgaste natural do uso diário.

O que mais chama atenção
- Amortecimento duplo e sensação de rebote: A junção da espuma DNA Gold com DNA Flash V2 e o plate entrega maciez dominante e toque de resposta sutil — ideal para quem quer conforto extra, sem abrir mão de certo “feedback” do chão. O conforto é amplificado nas rodagens longas, protegendo as pernas e facilitando a recuperação.
- Fit mais justo e estrutura anatômica: Comparado ao modelo anterior, o Hyperion Max 3 é mais abraçado e menos “solto” — bom para quem gosta de ajuste firme, mas pode ficar apertado em pés mais largos ou para ultradistâncias.
- Rolamento eficiente: O formato da sola favorece transições rápidas e suaves, mantendo o corredor em movimento sem esforço extra.
- Boa estabilidade para um tênis de perfil alto: Mesmo com a altura aumentada, corredores destacam a segurança em curvas e mudanças de direção.
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Vale a pena?
O Brooks Hyperion Max 3 é recomendado para quem prioriza amortecimento elevado, fit seguro e um tênis que acompanha bem tanto rodagens quanto treinos moderadamente rápidos. Para ritmos muito fortes, intervalados ou provas curtas, pode faltar explosão e leveza frente à concorrência de “super trainers” com carbono ou entressola ultra responsiva. Corredores que preferem ajuste mais solto (especialmente para ultramaratonas) podem sentir falta do espaço extra do modelo anterior.
O custo elevado exige reflexão: há opções no mercado que oferecem leveza superior e resposta mais agressiva pelo mesmo ou menor valor, como Sacuony Endorphin Speed 5, Hoka Mach X2 e Mizuno Neo Vista 2. Entretanto, aqueles que buscam conforto, proteção e estabilidade para acumular quilômetros de forma segura e prazerosa encontram no Hyperion Max 3 um parceiro confiável para o dia a dia e maratonas.





Conclusão
O Hyperion Max 3 mostra como tecnologia em tênis pode transformar não apenas o desempenho, mas toda a sensação diária do corredor. Ele não é o mais explosivo, nem o mais versátil do mercado — mas conquista pela capacidade de proteger as pernas e potencializar longões e treinos consistentes com estilo. No fim das contas, correr é sobre encontrar prazer na jornada. Seja qual for seu ritmo ou objetivo, o maior ganho é sentir que cada quilômetro, protegido e confortável, aproxima você de novas metas e histórias para compartilhar.
Por: Pablo Mateus – CEO Runners Brasil

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Brooks Hyperion Max 3: conforto e altura para quem quer rodar forte e longe
A novidade da Brooks aposta em mais espuma e uma combinação ousada de tecnologias para entregar conforto e leveza em treinos longos e ritmos médios. Veja como o Hyperion Max 3 se saiu nos testes e descubra o perfil ideal para esse super trainer.
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2 meses atrásem
07/11/2025De
Pablo MateusOs super trainers caíram no gosto dos corredores que buscam modelos versáteis, com muita espuma e uma boa dose de velocidade. O Brooks Hyperion Max 3 segue esta tendência e chega ao mercado com mudanças marcantes: o stack aumentou em 10mm, agora maximizado no cabedal e na entressola, e os materiais foram repensados para entregar proteção sem pesar.
O modelo foi testado em diferentes tipos de treino: rodagens fáceis, longas e até tentativas de ritmo forte em 5K. O objetivo claro é alcançar quem quer o mesmo tênis para treinos rápidos, sessões de maratona e corridas mais tranquilas. O preço internacional segue alto, justificando promessa de tecnologia e durabilidade.
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O que mais chama atenção
A principal inovação está no conjunto da entressola: o Hyperion Max 3 une a espuma DNA Gold (a mesma do Elite 5) no topo, a DNA Flash v2 embaixo e, entre elas, uma placa SpeedVault para estabilidade e impulso. O drop é de 6 mm e o peso gira em torno de 288g, dentro do padrão de tênis robustos do segmento.
O cabedal knit elástico ajusta bem ao pé, com língua integrada e bom acolchoamento no colar, embora a sensação seja de um ajuste mais justo e “racing” comparado ao confortável Hyperion Max 2. O antepé é espaçoso para vários formatos de pé, mas não chega a ser largo.
Na corrida, o tênis mostra ótima estabilidade e sensação de rolagem suave, mesmo com a altura avantajada. O sistema de dupla espuma gera um pouco de bounce, mais perceptível em ritmos de maratona ou progressivos. A placa central entrega apoio e leve resposta, mas não chega a ser tão explosiva quanto modelos de corrida.
No teste em ritmo forte, o Hyperion Max 3 é estável, confortável e macio, mas não empolga em sessões de tiro ou competições curtas. O ponto forte é mesmo o potencial para longas distâncias: proteção, amortecimento e recuperação melhores nas rodagens longas, com peso que não incomoda demais.






Vale a pena?
O Hyperion Max 3 é mais indicado para corredores que treinam alto volume e querem tênis único para rodagens longas, treinos de maratona ou progressivos. Quem busca explosão, velocidade máxima ou tênis super leves pode preferir opções de competição ou modelos mais ágeis.
O preço internacional ainda é elevado em relação a outros super trainers, mas entrega conforto, durabilidade e uma construção técnica bem equilibrada para uso diário.
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Conclusão
O Brooks Hyperion Max 3 amplia o universo dos treinadores versáteis: oferece altura, estabilidade e proteção para quem faz da corrida uma rotina cheia de quilômetros. Para o corredor de todo dia, que alterna paces e busca menos impacto nas pernas, ele se encaixa como parceiro confiável e moderno — mesmo que não seja o mais leve ou rápido da categoria, entrega o que promete com tecnologia e uma pitada de ousadia.uer esquecer dos pés e focar apenas no que realmente importa: o prazer de correr.
Por: Pablo Mateus – CEO Runners Brasil

Equipado para Correr
New Balance SuperComp Elite v5 x TAG Heuer: Tecnologia de Alta Performance Com Estilo de Luxo
A parceria entre a relojoaria suíça TAG Heuer e a New Balance apresenta uma edição limitada voltada para atletas e colecionadores. O modelo SuperComp Elite v5 une materiais premium à tecnologia de competição, e já está disponível no Brasil.
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2 meses atrásem
07/11/2025De
Pablo MateusO universo das corridas presencia novas colaborações entre marcas tradicionais e empresas de tecnologia de luxo. O lançamento do New Balance SuperComp Elite v5 em parceria com a TAG Heuer segue essa tendência, trazendo não só um tênis de alto desempenho com edição especial, mas também um smartwatch de última geração voltado para esportistas exigentes.
O que mais chama atenção
No tênis, a grande inovação é a entressola FuelCell em PEBA 100%, combinada com uma placa de fibra de carbono reposicionada e 38% mais rígida na região frontal. Esse conjunto entrega excelente retorno de energia, sensação de propulsão firme, e permite transições rápidas em provas e treinos de velocidade. O drop cresceu para 8mm (40mm calcanhar, 32mm antepé), trazendo uma experiência diferente das versões anteriores.
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O cabedal apresenta malha de camada única com acabamento premium na lingueta e colarinho, garantindo mais conforto e ajuste preciso. Para maior segurança, o modelo incorpora painéis refletivos, reforçando os cuidados para quem corre de madrugada ou à noite. No visual, detalhes em violeta metálico e verde neon remetem ao padrão de luxo da parceria, tornando-o item de colecionador.
O peso também surpreende: apenas 214g no modelo masculino e 165g no feminino. Somado à nova construção do solado ultraleve e aderente, o SuperComp Elite v5 garante agilidade sem sacrificar proteção.






Já o smartwatch TAG Heuer Connected Calibre E5, lançado junto com o tênis, destaca-se pelo GPS de precisão dual-band, amplo monitoramento biométrico e design inspirado nos calçados da linha. Voltado para quem busca unir dados em tempo real e estilo sofisticado, o relógio oferece funcionalidades para provas, treinos e rotina esportiva.


Vale a pena?
O SuperComp Elite v5 é indicado para corredores intermediários e avançados, especialmente em provas longas em ritmo forte. O modelo une o DNA de competição da New Balance, a tecnologia FuelCell, e o requinte da TAG Heuer, tornando o conjunto atraente para quem valoriza performance e estética.
O valor sugerido no Brasil é de R$ 2299,99, em linha com os supershoes internacionais. O relógio, sendo item de luxo, tem preço muito acima da média de esportivos convencionais e poderá atrair principalmente colecionadores ou entusiastas da relojoaria.
Contexto global e nacional
O modelo já pode ser encontrado nos canais oficiais da New Balance nacionais e internacionais, em edição limitada. A parceria reforça a tendência de colabs entre marcas esportivas e empresas de alto padrão, aproximando mundos antes distintos e oferecendo opções exclusivas para quem corre.
A chegada do SuperComp Elite v5 x TAG Heuer ao Brasil simboliza mais do que um simples lançamento: representa a união entre tecnologia de ponta, tradição esportiva e estilo refinado. Com recursos inovadores, acabamento premium e performance reconhecida por testes lá fora e por especialistas nacionais, o modelo atende ao corredor exigente que valoriza cada detalhe ao buscar o seu melhor resultado. Experimentar a novidade é unir o prazer da corrida à sofisticação, celebrando cada passo com conforto e evolução.
Por: Pablo Mateus – CEO Runners Brasil

Equipado para Correr
Apple Watch Series 11: O Que Muda Para Quem Corre?
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2 meses atrásem
07/11/2025De
Pablo MateusNas manhãs silenciosas, antes do sol iluminar completamente a cidade, muitos corredores amadores se preparam para mais um desafio pessoal. Seja pela motivação de melhorar o pace ou pelo simples prazer de sentir o vento no rosto, a rotina do atleta urbano ganhou um aliado tecnológico: o smartwatch esportivo. E, de tempos em tempos, surge aquela dúvida: vale a pena apostar na última geração do relógio que promete unir saúde, dados e estilo para quem corre?
O Apple Watch Series 11 chega nesse contexto, cercado por expectativas e comparações com referências do mercado esportivo. A cada atualização, a promessa é de mais precisão, mais autonomia e, claro, mais praticidade — mas será que dessa vez o relógio conseguiu encantar quem se dedica à corrida de rua?
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O que mais chama atenção
O primeiro contato revela uma evolução marcante no design. Leve, fino e confortável: essas são as sensações que o Series 11 desperta logo ao vestir. Sua tela ganhou proteção extra contra riscos, transmitindo segurança para o corredor que enfrenta trilhas, parques e, por vezes, quedas ou esbarrões inesperados. A novidade das cores, como o natural titanium, permite escolher o estilo que mais combina com a personalidade — pequenos detalhes que deixam o relógio com aquele ar de objeto de desejo.
No quesito bateria, a autonomia aumentou para até 24 horas, um salto importante em relação às versões anteriores, mas ainda distante dos esportivos dedicados. Para quem vai encarar uma maratona ou longas sessões de treino, essa melhora traz alívio, embora o costume de carregar diariamente permaneça. E o carregamento rápido vira protagonista: bastam 30 minutos para atingir 80%, perfeito para os esquecidos ou para quem só lembra de cuidar do relógio momentos antes de sair para correr.
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Outra inovação bem-vinda é a precisão do GPS em condições urbanas e abertas, permitindo registrar trajetos com fidelidade e acompanhar o desempenho ao vivo. Não há multibanda, como nos modelos mais robustos, o que pode fazer a diferença para quem gosta de explorar bosques fechados ou trilhas tortuosas. Porém, nas corridas pelas avenidas, o relógio se mostrou confiável, marcando distâncias muito próximas dos modelos topo de linha.
O monitoramento cardíaco também evoluiu em constância e confiabilidade, chegando a leituras muito próximas das melhores fitas peitorais do mercado. Para treinos intensos com variações de ritmo, o usuário pode notar pequenas diferenças, normalmente em picos de esforço, mas o resultado geral atende com folga o corredor amador.
A experiência de software traz novidades úteis, com notificações de hipertensão, pontuação de sono e assistente de treino por voz. Tudo fácil de personalizar e explorar, especialmente pelo vasto ecossistema de aplicativos extras disponíveis para o relógio — o que permite ajustar funções específicas para o tipo de corrida ou rotina de cada atleta.
Vale a pena?
O Apple Watch Series 11 acerta em cheio no público que busca praticidade e não abre mão da aparência elegante, seja na academia ou em reuniões do dia a dia. Seu perfil é do corredor casual, aquele que encaixa treinos no tempo livre, prefere praticidade na integração com o celular e valoriza recursos além da corrida — como Apple Pay, música e notificações inteligentes.
Já para quem leva os treinos a sério, investe em provas longas, ou depende de análise detalhada de performance, talvez o relógio ainda falte ajustes: a ausência de botão dedicado para volta, a dependência de apps para funções mais esportivas e a limitação do GPS em ambientes fechados podem ser restrições relevantes quando comparados a modelos como Garmin, Chorus ou mesmo o Apple Watch Ultra.
O preço segue estável, mesmo com tantas inovações, o que é raro em tempos de reajustes tecnológicos. Isso faz do Series 11 uma opção atrativa para quem busca upgrade, principalmente se o último relógio já tem alguns anos de uso.
Conclusão
Correr exige constância, motivação e, acima de tudo, prazer. No fim das contas, o Series 11 reforça que tecnologia é aliada de quem busca saúde, mesmo diante de pequenas limitações. O relógio não pretende rivalizar com os mais avançados dedicados ao esporte, mas sim servir ao corredor que quer tudo num só aparelho. E, nesse cenário, ele oferece uma experiência leve, intuitiva e, por vezes, inspiradora — como um parceiro discreto que está sempre pronto para mais um quilômetro.
Ao acelerar o passo, seja explorando novas ruas ou apenas celebrando o exercício diário, o corredor encontra no Series 11 um companheiro confiável, moderno e bonito. O universo da corrida se reinventa a cada geração, e ter um relógio que acompanha esse ritmo faz parte da evolução de quem nunca para de correr.
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