Pace da Felicidade: Menos Estresse, Mais Dopamina.
“- Ou você corre fazendo força ou você vai de boa e se diverte”.
“Pain”!!!! Errou feio!!! Esqueça a dualidade.
Cada um tem uma realidade, histórico esportivo ou ausência dele, genética, alimentação, idade, peso, altura e por aí vai.
Tem corredor que faz 10km a 3:30/Km e curte fazer força.
Outro que faz 5km com pace 7:00/Km e termina com sorriso no rosto de realização.
Uma outra que brilha os olhos pela disputa do pódio, acelerar nas distâncias longas, subir montanhas…
A verdade é que há muitos perfis de corredores e corredoras, além de podermos viver fases na corrida.
Seja pelo momento do trabalho, alguma lesão ou apenas por vontade, temos todo direito de mudar de perfil na corrida.
Justamente por isso que eu te falo: existe o pace da felicidade!
Um exemplo é o japonês Hiroaki Tanaka, professor universitário em Fukuoka, que defendia o ritmo “niko-niko” (sorridente), aquele em que dá pra correr sorrindo. Correu mais de 60 maratonas sem se lesionar e fez seu melhor tempo, 3h38, aos 50 anos.
Traz a ideia de se encontrar o pace perfeito para você, naquela distância.
Aquele que você termina com endorfina e dopamina lá em cima, independentemente do ritmo (3:40 ou 7:00), com a sensação de dever cumprido.
Já pensou nisso?
Pode ser que agora você esteja cobrando uma performance que não faz sentido para o seu momento.
Ou, por outro lado, você pode estar adiando treinos mais intensos só por falta de objetivo ou perspectiva. Mesmo gostando de fazer força, tendo um suporte de fortalecimento e alimentação.
Antes de cada treino eu sempre sugiro você se questionar: qual meu objetivo com esse treino?
O que eu posso entregar e o que realmente vai me fazer bem?
Eu tô feliz com isso? Tá me fazendo bem, mental e fisicamente?
Aí estamos realmente perto do PACE DA FELICIDADE!
A corrida é mais que um esporte, um meio para cuidar de si e ficar mais perto da felicidade.
Fontes das imagens
Imagem gerada por I.A.
