Histórias da Corrida
Nunca é tarde pra começar!
Publicados
2 anos atrásem
De
Redação RRBAos 93 anos de idade, D.Angélica participou da sua primeira corrida de rua. Completou os 5km do Circuito Divas Etapa Inverno da Corre Eventos num tempo incrível, em menos de uma hora.
Sensação do evento, D.Angélica chamou a atenção das participantes que a todo momento a parabenizavam. Foi a grande inspiração do dia e motivação para a vida. Uma verdadeira Diva!
Pra quem acha que existe idade certa pra começar, essa senhora simpática provou que não. “ Nunca é tarde pra fazer o bem”, afirmou. Mas também confessou “ Eu deveria ter começado antes!”
D. Angélica transbordou alegria. Participou com entusiasmo do aquecimento pré prova e vibrou com a sua premiação no pódio.
“Nunca imaginei que com 93 anos eu levaria um troféu pra casa!” exaltou a idosa.



Sempre é bom deixar registrado que para realizar o desafio, D.Angélica teve o aval do médico e se preparou com o treinador e profissional de educação física André Ferreira. Que além de ser seu personal, é seu filho motivador.
“Meu filho André foi de extrema importância na minha preparação e sempre me falava que era possível . E eu consegui! Ele foi minha bengala!”, disse emocionada.
E quem disse que essa senhora de sorriso fácil parou por aí . Já se inscreveu na próxima corrida e continua treinando. Aos 93 anos, voltou a sonhar e fazer planos. Colocou mais vida na sua vida!
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Nascida em 1929 de uma família humilde com 10 irmãos, D.Angélica sempre foi à frente do seu tempo. Na época em que a maioria das mulheres eram donas de casa ou professoras, ela se formou em odontologia. Se deslocava sozinha de ônibus até seu consultório.
Casada, teve três filhos homens e ficou viúva com 58 anos.
Hoje aos 93 anos, mais uma vez, ela mostrou sua força e coragem em se desafiar se tornando a participante com mais idade do evento.
Inspirador, né ?
Siga o exemplo de D.Angélica. Nunca é tarde demais pra começar e pra ser feliz!
Comece, continue e conquiste!
Por: Carol Simão
Jornalista e Ultramaratonista
Insta: @carolsimaoultra
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O que existe por trás de uma prova de 100km na montanha – UTMB Chiang Mai Thailandia
Histórias da Corrida
O que existe por trás de uma prova de 100km na montanha – UTMB Chiang Mai Thailandia
Publicados
3 dias atrásem
03/12/2025De
Redação RRBTreinar para uma prova de 100 km parece um grande desafio físico. E é. Mas quem vive esse processo por dentro sabe que a parte física é apenas uma etapa.
Por trás de cada longa distância existe uma rotina ajustada no detalhe, uma mente muito forte (sem outra opção), adaptações constantes no corpo, gerenciamento de dores e desconfortos e renuncias, muitas renúncias.
E quando a prova exige terreno técnico, subidas e descidas longas e muitas horas dentro da trilha, a complexidade aumenta.
Ainda mais se falando de 100km na Tailândia: outro continente, outro fuso, clima muito quente e úmido e uma alimentação completamente diferente.
A rotina molda o atleta
Sem rotina uma ultramaratona tem tudo para dar errado.
Treinar para 100 km é reorganizar prioridades.
No meu caso, é conciliar trabalho, maternidade, vida social, estudos e compromissos com muitas horas de treino.
E existe um ponto importante: treinar trail sendo mulher limita possibilidades. Eu não me sinto confiante em ir para a trilha técnica sozinha. Segurança importa. Depender de companhia para ir correr em trilhas faz com que, na minha realidade, treino técnico seja a exceção, não regra.
Mesmo assim, a preparação acontece. É totalmente possível treinar para uma prova de montanha mesmo sem acesso à montanha. Basta ter método, estratégia e adaptação dentro das condições reais que cada um tem. Não é o ideal, mas é o real. E funciona.
Apesar de a prova ser inteiramente em trilhas, meu treinamento foi
majoritariamente urbano com subidas dentro da cidade e esteira inclinada.



A parte física: estabilidade, resistência e respeito ao corpo
Uma prova de 100 km exige um corpo forte. E aqui não fala de contorno nem volumes musculares. Mas de estabilidade, controle, tendões fortes, articulações preparadas para aguentar horas de impacto, tornozelos com respostas rápidas em terrenos instáveis e por aí vai.
Por isso a preparação não pode ignorar a força. Cada sessão tem propósito, e não existe espaço para improviso quando você está treinando alto volume com uma rotina cheia.
A força mental
A mentalidade numa ultramaratona se constrói na rotina pesada de treinos, no gerenciamento das adversidades que sempre teimam em querer nos testar.
E correr diversas horas na montanha exige mais: são horas de solitude, climas adversos, imprevisibilidade do terreno que muda a todo momento. Na montanha todo km é uma caixinha de surpresa.
Sem falar nas subidas e descidas intermináveis. Para ter uma ideia nessa prova teremos uma subida de 18 km contínuos e uma descida que passa dos 20km.
Isso exige muito mental porque cansa, fadiga e os kms parecem intermináveis.
Sobre a UTMB Chiang Mai
A prova acontece nas montanhas do norte da Tailândia, em uma região de floresta densa, alta umidade e trilhas técnicas que misturam single tracks, raízes, pedras soltas e longas seções de subida.
Serão 100km com 4.600 metros de ganho de elevação, em um percurso que exige estratégia.
Acompanhe comigo essa jornada
A UTMB Chiang Mai 100
Km acontece na sexta-feira, 5 de dezembro de 2025, com largada 9hs na Tailândia (23hs no Brasil)
A transmissão e atualizações rolam no site da UTMB World Series, com live tracking para acompanhar cada trecho.
Acompanhe e torça por nós!
Por: Taís Damasio | Runners Brasil

Meu nome é Carol Simão. Sou jornalista, mas também ultramaratonista. Escrevi muitas matérias sobre esporte e sua importância na vida das pessoas.
Não é apenas pelo fato de fazer bem para a saúde física, vai muito além disso.
O esporte salva vidas. É o remédio natural da ansiedade, depressão e de qualquer outro trauma. Resgata pessoas de ambientes e momentos ruins e é a solução para muitos problemas.
Hoje, a personagem da matéria de superação sou eu. Quem diria!
Em fevereiro fui diagnosticada com câncer no colo do útero. Receber essa notícia inesperada foi terrível. A vida mudou de uma hora para outra. Troquei a rotina da vida saudável para as idas e vindas em hospitais.

Um ultra combo que faz a mente fraquejar: O medo da morte, as incertezas sobre o futuro, cirurgia delicada, tratamento de radioterapia e quimioterapia.
A corrida me preparou para ser resiliente, ter força e coragem e superar os obstáculos do percurso para cruzar a linha de chegada como vitoriosa.
E assim é a vida da gente.
Graças a Deus, estou curada. Não foi fácil, mas é possível passar por essa fase de uma maneira mais leve. Acreditar, respeitar o processo e manter a mente sã são essencias para esse momento delicado.





Depois de muitos meses afastada das provas de corrida, escolhi a WTR etapa inédita na Floresta da Tijuca para ser o palco da vitória do meu recomeço.
Correr em contato com natureza , sentindo a energia incrível desta prova foi a decisão acertada para agradecer a Deus e comemorar a vida.
Estou de volta mais forte e mais sensível. E pretendo, com a minha história de superação, motivar outras pessoas. Assim como fui motivada por tantas outras histórias.
A verdade é que não temos controle de nada , mas temos a opção de como enfrentar nossos problemas.
Siga firme, acredite , porque o bom pensamento cria, o desejo atrai e a fé conquista.
Por: Carol Simão
Histórias da Corrida
A inspiração por trás da Maratona: A Lenda de Fidípides, o mensageiro heróico
Publicados
3 anos atrásem
29/05/2023De
Pablo MateusHá muito tempo, na Grécia Antiga, uma história de coragem e sacrifício ecoou através dos séculos, dando origem a uma das provas mais desafiadoras do mundo: a maratona. A lenda conta a história do soldado ateniense Fidípides, cuja corajosa jornada se tornou uma inspiração para os corredores de todo o planeta.
Acredita-se que a lendária maratona tenha suas raízes na Batalha de Maratona, ocorrida em 490 a.C. Durante esse conflito, os exércitos atenienses lutaram contra uma ameaça persa. Após a vitória dos atenienses, Fidípides foi escolhido como mensageiro para levar a notícia da vitória e a salvação de Atenas.
Em uma demonstração de coragem e devoção à sua cidade, Fidípides partiu em uma corrida épica, percorrendo cerca de 42 quilômetros desde o campo de batalha de Maratona até Atenas. Sua missão era anunciar aos cidadãos a vitória dos exércitos atenienses sobre os persas.
Movido pela urgência e pelo desejo de transmitir essa importante mensagem, Fidípides enfrentou terreno acidentado, superou desafios naturais e ignorou a própria exaustão. Ele correu com uma determinação feroz, impulsionado pela necessidade de entregar a notícia que poderia mudar o destino de sua cidade.
Finalmente, ao chegar em Atenas, Fidípides proclamou a vitória com suas últimas forças. No entanto, o preço dessa missão heroica foi alto. O esforço supremo cobrou seu tributo, e Fidípides sucumbiu à exaustão, deixando um legado de coragem e determinação.
Essa história de Fidípides e sua lendária corrida logo se espalhou pela Grécia, tornando-se um símbolo de heroísmo e inspiração. Nos tempos modernos, em 1896, nos Jogos Olímpicos de Atenas, a maratona foi oficialmente estabelecida como uma prova atlética em homenagem a essa história lendária.
Desde então, a distância da maratona tem sido fixada em aproximadamente 42,195 quilômetros, em uma tentativa de recriar a lendária jornada de Fidípides. A maratona se tornou um desafio icônico, testando a resistência física e mental dos corredores, enquanto homenageia a coragem e o sacrifício de seu protagonista.
Embora existam debates sobre a veracidade histórica dessa lenda, a história de Fidípides permanece como uma poderosa fonte de inspiração para os corredores ao redor do mundo. A maratona é um lembrete constante de que, mesmo nos momentos mais desafiadores, a força de vontade e a determinação podem levar-nos além dos nossos limites.
A cada passo dado em uma maratona, os corredores honram a memória de Fidípides e perpetuam sua coragem. A lenda vive através das batidas do coração dos corredores, enquanto eles enfrentam os próprios desafios, alcançam metas e descobrem novas camadas de força dentro de si mesmos.
Por: Redação Runners Brasil
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