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Correndo Para Vencer: Superando Limites na Ultramaratona do Espírito Santo
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3 anos atrásem
No cenário esportivo, a corrida de rua tem se destacado como uma atividade que vai além das passadas, sendo um verdadeiro estilo de vida.
Ela possui o poder de transformar vidas e proporcionar oportunidades de ressocialização.
Um exemplo inspirador desse impacto é o projeto “Correndo Para Vencer”, que usa a corrida como ferramenta de mudança, coordenado pela Vara de Execuções Penais (VEP) de Vila Velha/ES, que está impactando muitas vidas dentro do sistema prisional.
Recentemente, esses atletas, que buscam diariamente um recomeço, enfrentaram um desafio enorme: a Ultramaratona do Espírito Santo (100km).
No dia 03 de junho, alguns participantes do projeto largaram em uma prova que exigiria muito mais do que resistência física. A Ultramaratona do Espírito Santo é conhecida por seu percurso desafiador, e essa foi a estreia dos atletas do “Correndo Para Vencer” nessa competição.
Dois quartetos masculinos, formados por presos, egressos e um inspetor, se inscreveram visando participar e conhecer de perto o que é enfrentar uma prova tão intensa.
O comprometimento e a dedicação desses atletas eram evidentes, e eles estavam determinados a ir além do básico e se superar.
E não foi com grande alegria que receberam a notícia: os quartetos do projeto “Correndo Para Vencer” conquistaram o primeiro e o segundo lugar na Ultramaratona do Espírito Santo!
A sensação de orgulho e realização era percebida em cada um dos envolvidos. Aqueles que muitas vezes enfrentaram dificuldades e barreiras no convívio social, agora se destacavam como verdadeiros campeões.






Essa conquista representa muito mais do que uma vitória esportiva. Ela é o reconhecimento de um projeto que acredita no potencial de transformação da corrida de rua. É a prova de que o esporte pode ser um caminho para a ressocialização, elevando a autoestima e mostrando que é possível vencer obstáculos.
O projeto “Correndo Para Vencer” proporcionou uma oportunidade única para esses atletas. A corrida não apenas fortaleceu seus corpos, mas também suas mentes e corações.
Eles descobriram a importância do trabalho em equipe, da disciplina e da resiliência. Juntos, eles superaram desafios, ultrapassaram obstáculos e encontraram força onde antes havia apenas desesperança.
A composição diversa da equipe, com a união entre internos, egressos e um inspetor, mostra que a corrida é capaz de quebrar barreiras e promover a integração. Na linha de chegada, a celebração não foi apenas pela conquista pessoal, mas também a vitória do espírito humano.
A Ultramaratona do Espírito Santo marcou uma nova fase do projeto “Correndo Para Vencer”. Os atletas provaram que é possível transformar suas vidas por meio do esporte e quebrar estereótipos.
Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto que é vencedor, desde sua criação, confirmando que a corrida é uma bússola mostrando o caminho de mudanças positivas.
Por: Gabriel Renaud

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Sucesso absoluto na 1ª Corrida e Caminhada Solidária da MD Clínica do Esporte em Gravataí/RS
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4 meses atrásem
07/10/2025De
Pablo MateusMais de 600 pessoas participaram diretamente, no domingo (28 de setembro de 2025), no centro de Gravataí/RS, da 1ª Corrida e Caminhada Solidária organizada pela MD Clínica do Esporte, liderada pelo médico do esporte Dr. Márcio Dornelles. O evento, que arrecadou recursos por meio das inscrições com valores simbólicos, beneficiou entidades assistenciais da cidade, com foco principal em iniciativas na área esportiva. As inscrições esgotaram rapidamente, demonstrando o grande interesse da comunidade local.
No sábado anterior (27 de setembro), Dr. Márcio Dornelles e o profissional de educação física Darlan Souza – editor-chefe e podcaster da Revista Runners Brasil, além de experiente maratonista – realizaram um belíssimo Talk Show na Rua Coberta. O evento contou com convidados especiais da cidade, autoridades locais e foi transmitido ao vivo pelas redes sociais. Gratuito e aberto à comunidade, o bate-papo serviu como aquecimento para a corrida do dia seguinte, promovendo discussões sobre saúde, esporte, performance e bem-estar.
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A organização do evento ficou a cargo da VOM (Viva o Momento), empresa especializada liderada pelo profissional de educação física Junior Damiani. A corrida e caminhada ocorreram no dia 28 de setembro de 2025, com largada e chegada na Rua Coberta, em Gravataí, às 10h. O percurso, todo no centro da cidade, foi bem estruturado e contou com o suporte da Guarda Municipal e da Prefeitura local para garantir a segurança de todos os participantes.






Como surgiu? A ideia do evento surgiu de um desafio proposto por Darlan Souza ao Dr. Márcio Dornelles durante um episódio do podcast da Revista Runners Brasil: organizar e correr 5 km em Gravataí. O desafio foi aceito prontamente pelo médico, que envolveu sua esposa e gestora da Clínica MD, a mentora Kellen Dornelles. Juntos, eles coordenaram o projeto com a organizadora, apoiadores, entidades beneficentes e a comunidade gravataiense.
Nos orgulha muito o sucesso deste belo evento, afinal a Revista Runners Brasil esteve presente do início ao fim, apoiando e divulgando toda esta grande iniciativa.
Os participantes desfrutaram de uma experiência completa, com premiação para os 10 primeiros colocados no masculino e feminino, camisetas, medalhas, música ao vivo com DJ, sessões de massagem, hidratação, frutas frescas, brindes e um ambiente de muita descontração e integração. O sucesso do evento reflete o compromisso da MD Clínica do Esporte e de seus parceiros em promover a atividade física como ferramenta para a performance, a saúde e a solidariedade.
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Agradecemos a todos os envolvidos – participantes, apoiadores, organizadores e voluntários – pelo empenho que tornou esse dia inesquecível para a comunidade de Gravataí. Ficamos felizes com o impacto positivo e o engajamento gerado.
Este foi o start, mas ainda vamos mais! Em 2026, o evento promete ser ainda maior e melhor, com mais atrações e convidados especiais. Estão prontos para o próximo desafio?
Por: Runners Brasil
Aconteceu
Dez Milhas Garoto tem vitória feminina do Brasil após 18 anos
Nubia de Oliveira Silva vence africanas e recoloca o país no lugar mais alto do pódio, fato inédito desde 2007. No masculino, quenianos dominam a prova disputada neste domingo (28), no Espírito Santo
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5 meses atrásem
29/09/2025De
Pablo MateusA 34ª edição da corrida Dez Milhas Garoto escreveu mais um capítulo de sua longa história neste domingo (28). Enquanto 17 mil atletas amadores – recorde da prova – aproveitaram a manhã ensolarada para avançar no percurso entre a Praia de Camburi, em Vitória, e a fábrica da Chocolates Garoto, em Vila Velha, e completar os 16.093 km que os separavam da linha de chegada, os corredores de elite travaram batalhas à base de suor e garra. E Nubia de Oliveira Silva voltou a colocar o atletismo feminino do Brasil no alto do pódio após 18 anos. No masculino, Mark Kiptoo, de Uganda, foi o vencedor.
A última vez que uma brasileira havia cruzado a linha de chegada na 10 Milhas Garoto em primeiro lugar foi em 2007, com Ednalva Laureano da Silva, que completou a prova com o tempo de 55min49. Neste domingo, Nubia venceu após 57min27 de corrida, com apenas um segundo de vantagem para a segunda colocada, a etíope Desta Abera Demise (57min28). Atrás da dupla, as corredoras que completaram o pódio também chegaram coladas: a queniana Emily Chebet (57min29), a brasileira Amanda Aparecida de Oliveira (57min30) e a queniana Viola Jelagat Kosgei (57min31).
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“Nós viemos em um pelotão de cinco a seis meninas até o final. Faltando 200 metros, olhei para o relógio e fui embora. Chamei por Deus: ‘Deus me abençoe e vamos lá’. Foi minha primeira vez nas 10 Milhas Garoto e adorei demais, tanto a prova em si como a energia do público. Pode ter certeza que vou voltar no ano que vem”, disse a campeã, garantindo que a corrida capixaba entra para a galeria de suas maiores conquistas, ao lado do pódio (terceiro lugar) na São Silvestre. “Essa prova vai marcar minha vida”, completou.
Se no feminino foi preciso esperar 18 anos por uma vitória brasileira, no masculino, as expectativas eram de que um atleta nacional repetisse o feito de Altobeli Santos da Silva, campeão em 2023. Desta vez, não deu. O ugandense Mark Kiptoo (46min54), e os quenianos Nicolas Kiptoo Kosgei (46min59) e Dismas Nyabira Okioma (48min27) foram os mais rápidos. Gleison da Silva Santos, quinto colocado com o tempo de 50min04, colocou o Brasil no pódio. “Foi minha primeira vez no Brasil e achei a corrida muito boa, bem organizada, e espero retornar em 2026 para defender meu título”, disse Mark, que garantiu não ter tido problemas com a subida na terceira ponte, abrindo na liderança a partir deste ponto.
Melhor brasileiro na corrida 10 Milhas Garoto, Gleison da Silva Santos comemorou o resultado. “É uma satisfação correr pela primeira vez essa prova tão tradicional e chegar entre os cinco primeiros em uma corrida de nível internacional não tem preço. Venho de duas vitórias em provas de 10km nas cidades de Maceió e João Pessoa e resolvi vir para o Espírito Santo porque estou bem fisicamente. E foi bom”, comentou o atleta.
Fabiano Marins, diretor da Fábrica da Garoto em Vila Velha, comentou sobre o sucesso de mais uma edição da 10 Milhas. “Foi uma corrida espetacular tanto para quem participou como para quem veio acompanhar essa festa esportiva. Um dia bonito, com essa energia espetacular. Temos uma conexão especial com o Espírito Santo e essa corrida é um legado, passando por pontos turísticos importantes e promovendo bem-estar por meio do esporte. Estamos felizes em promover um domingo de alegria para todos, além do orgulho de voltar a ver uma brasileira no alto do pódio”, afirmou.
A corrida Dez Milhas Garoto 2025 reafirmou a fama de ser uma prova desafiadora e acolhedora ao mesmo tempo. Isso porque, além da estrutura de primeiro mundo para os atletas, recebe milhares de pessoas para acompanhar a prova ao longo do percurso. E quem não conseguiu comparecer “de corpo”, teve a oportunidade de sentir a ”alma” da corrida por meio da transmissão ao vivo no canal da Yescom no YouTube
(https://www.youtube.com/@YescomEntretenimento).
Superação – Depois de sofrer um acidente de carro em março deste ano, quando voltava de uma corrida realizada em Barra Longa (MG), Alequessandro de Paula Silva, o Chicletinho, voltou a competir neste domingo. Após sofrer múltiplas fraturas e precisar ficar em coma na UTI de um hospital em Manhuaçu (MG), ele se recuperou para cruzar a linha de chegada em décimo lugar da edição 2025 da tradicional prova do Espírito Santo. “Ainda estou em recuperação e sinto algumas dificuldades, mas deu tudo certo e estou feliz em voltar a correr e competir. Agora é continuar nesse processo de recondicionamento físico”, disse o atleta capixaba.
Recordes – Além do recorde de 17 mil inscrições (ano passado foram 15 mil), os outros dois eventos relacionados a 34ª edição das Dez Milhas Garoto também registraram crescimento em relação ao ano passado. A Garotada passou de 2.700 para 2.900 e a Cachorrida subiu de 800 para 850 participantes.









Resultados
Feminino
1 – Nubia de Oliveira Silva – 57min27
2 – Desta Abera Demise – 57min28
3 – Emily Chebet – 57min29
4 – Amanda Aparecida de Oliveira – 57min30
5 – Viola Jelagat Kosgei – 57min31
Masculino
1 – Mark Kiptoo – 46min54
2 – Nicolas Kiptoo Kosgei – 46min59
3 – Dismas Nyabira Okioma – 48min27
4 – Yeneblo Biyazen Alehegn – 49min36
5 – Gleison da Silva Santos – 50min04
Cadeirantes
1- Leonardo De Melo – 40min33
Capixabas
Feminino – 1- Carolina Henrique Sardinha Silva – 1h08min12
Masculino – 1 – Marquézile Gabriel Piu – 56min06
Colaboradores
Feminino – 1 – Lioneide Souza Dos Santos Vasconcelos – 1h16min56
Masculino – 1 – Diogão Gaino De Moraes – 1h01min55
Números da Dez Milhas Garoto, Garotada e Cachorrida
20.750 inscritos – 17.000 nas Dez Milhas Garoto, 2900 na Garotada, 850 na Cachorrida.
Nos 3 eventos:
– 1.200 pessoas na Organização
– 216 mil garrafas de água
– 21.000 lanches pós prova
– 21.000 kits atleta (camiseta, medalha, nº de peito sacola e brindes Nestlé/Garoto)
– 12 Ambulâncias/UTI
– 80 Profissionais de saúde
– 2.900 grades
– 1.000 cavaletes
– 1.000 cones
– 130 metros de arquibancada
– 3 dias de entrega de kit
– R$ 220.000,00 em prêmios
– Transmissão ao vivo pelo Youtube
– Coleta seletiva de resíduos
Campeões
1989 – Delmir Alves dos Santos (RJ),50min28s/ Nerci Freitas Costa (RJ),1h04min19s
1990 – Severino J. da Silva (SP),46min42s/ Sônia Márcia Rodrigues (MG),56min42s
1991 – Luís Antônio dos Santos (RJ), 45min49s/ Silvana Pereira (SC), 53min06s
1992 – Delmir Alves dos Santos (RJ), 50min95s/ Viviany Anderson (MG), 1h0min48s
1993 – Luís Antônio dos Santos (RJ), 47min45s/ Silvana Pereira (SC), 56min48s
1994 – Tomix Alves da Costa (MG) – 48min25s/ Silvana Pereira (SC), 57min35s
1995 – Adalberto B. Garcia (SP), 47min21s/ Viviany Anderson (MG), 56min24s
1996 – Delmir Alves dos Santos (SP), 48min04s/ Maria de L. da Silva (BA), 56min18s
1997 – Ronaldo da Costa (MG), 47min21s/ Risoneide Wanderley (SP), 56min43s
1998 – John M. Gwako (Quênia), 47min19s/ Márcia Narloch (RJ), 55min41s
1999 – John M. Gwako (Quênia), 47min23s/ Viviany Anderson Oliveira (MG), 55min41s
2000 – Joseph Waweru (Quênia), 47min24s/ Márcia Narloch (RJ), 55min52s
2002 – Marílson Gomes dos Santos (DF), 47min41s/ Márcia Narloch (RJ), 55min10s
2003 – Valdenor Pereira dos Santos (PI), 48 min 58 s/ Márcia Narloch (RJ), 56min01s
2004 – Marílson Gomes dos Santos (DF), 47min53s/ Márcia Narloch (RJ), 56min25s
2005 – Franck Caldeira (MG), 48min23s/ Márcia Narloch (RJ), 56min20s
2006 – Marílson Gomes dos Santos (DF),47min39s/ Lucélia Peres (MG), 55mim23s
2007 – Clodoaldo G da Silva (DF), 48min44s/ Edinalva Laureano da Silva (PB), 55min49s
2008 – Willian Gomes (MG), 48min39s/ Nancy Jepkosgei Kipron (Quênia), 56min24s
2009 – Franck Caldeira (MG), 47min58s/ Meseret Heilu (Etiópia), 56min05s
2010 – Marílson Gomes dos Santos (RJ), 47min45s/ Eunice Kirwa (Quênia), 55min11s
2011 – Kimutai Kiplimo (Quênia), 48min05s/ Eunice Jepkirui Kirwa(Quênia), 55min43s
2012 – Joseph Aperumoi (Quênia), 47min01s/ Rumokol Chepkanan(Quênia), 54min13s
2013 – Edwin Kipsang Rotich (Quênia), 47min00s/ Nancy Kipron(Quênia), 55min16s
2014 – Leul Gerbresilase Aleme (Etiópia), 47min18s/ Delvine Meringor (Quênia), 57min08s
2015 – Edwin Kipsang Rotich (Quênia), 47min42s/Delvine Meringor (Quênia), 54min50s
2016 – Joseph Aperumoi (Quênia), 47min29s/Consolata Cherotich (Quênia), 59min49s
2017 – Belete Tola (Etiópia), 48min14s/Esther Kakuri (Quênia), 57min40s
2018 – Wellington Bezerra da Silva (Brasil), 48min55s/Esther Kakuri (Quênia), 57min18s
2019 – Geofry Kipchumba (Quênia), 48min18s/Viola Chemos (Uganda), 59min39s
2022 – Giovani dos Santos (Brasil), 48min21/Mestawut Trunet (Etiópia), 56min45
2023 – Altobeli Santos da Silva (Brasil) – 50min24/Scholastica Jepkemboi (Quênia) – 58min24
2024 – Nicolas Kiptoo Kosgei (Quênia) – 46min32/Viola Jelagat Kosgei (Quênia) – 56min08
2025 – Mark Kiptoo (Uganda) – 46min54/Núbia de Oliveira Silva (Brasil) – 57min27
Maiores vencedores
Marcia Narloch, com seis vitórias
Marilson Gomes dos Santos, com quatro.
Recordes da prova
Luís Antônio dos Santos (RJ) – 45min49s
Silvana Pereira (SC) – 53min06s
Por: Runners Brasil
Aconteceu
Sol, trilhas técnicas e música marcam a 17ª edição do Mountain Do Costão do Santinho
Mais de 900 corredores participaram do evento no último sábado (13), em Florianópolis (SC)
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5 meses atrásem
17/09/2025De
Pablo MateusNo último sábado (13), o norte da ilha de Santa Catarina recebeu a 17ª edição do Mountain Do Costão do Santinho, uma das provas de trail running mais tradicionais do Brasil. Realizado no Costão do Santinho Resort, o evento reuniu mais de 900 atletas, que enfrentaram percursos de 42 km, 21 km, 9 km e 5 km, em trilhas técnicas e desafiadoras.
O clima ensolarado e a exuberância da Mata Atlântica marcaram a experiência dos corredores, que precisaram de atenção em cada passada para manter o ritmo e a segurança.
A programação começou na sexta-feira (12), com a Expo Mountain Do e a entrega de kits. O espaço contou ainda com área kids, arrecadação de donativos (calçados e alimentos) e ação ambiental, que distribuiu sementes e mudas de árvores nativas. Os atletas receberam kits exclusivos assinados pela Ventus Lab, incluindo mochila impermeável, boné, camiseta dry fit, bandana e toalha.
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A primeira largada aconteceu às 6h45, com os participantes dos 42 km. Entre os homens, a vitória foi de Maurici Zalasik (4h13min54), seguido por Kenji Hamasato (4h28min04) e Celso Pereira Carmem (4h32min45). No feminino, Alessandra Alchini venceu com o tempo de 5h22min52, à frente de Geni Brandalise (5h32min27) e Maria de Fátima Castilhos (5h35min29).
Nos 21 km, o campeão foi Gabriel da Silva Eufraiso, de 23 anos, que completou a prova em 1h54min04. Após a vitória, ele destacou a estrutura do evento: “Foi minha primeira vez no Mountain Do, me surpreendi com a qualidade do kit e a marcação do percurso. Prova bem sinalizada, com muitos pontos de hidratação, barras de proteína e muita atenção dos staffs. O show e o pós-prova foram incríveis. Já quero escolher a próxima etapa!”, comemorou. Entre as mulheres, a vitória ficou com Thais Simone Franca Burtuli, que cruzou a linha de chegada em 2h15min03.
Antes da premiação, a banda Chimarruts embalou o público com um show de duas horas, criando uma atmosfera de celebração que emocionou diferentes gerações.



Entre os participantes, Ana de Almeida Szwarcfiter, de 30 anos, que viajou do Rio de Janeiro para participar dos 9 km, também elogiou a prova. “É tudo muito organizado por setores que deixam nós atletas seguros e tranquilos para focar na corrida em si. Muitos staffs disponíveis, música boa, clima agradável, espaços confortáveis da retirada do kit ao pós-prova. A largada foi emocionante, a locução quase me fez chorar. O espírito de colaboração na trilha também me surpreendeu, uma energia muito boa de união, todos se ajudando”, contou a atleta.
A etapa Mountain Do Costão do Santinho também foi marcada por homenagens. A maratonista olímpica Adriana Aparecida da Silva, bicampeã pan-americana e recordista sul-americana, correu os 21 km e foi celebrada como inspiração para atletas de todas as idades. Outro destaque foi o ex-atleta Emerson Iser Bem, vencedor da São Silvestre de 1997, que recebeu o título simbólico de padrinho da etapa. Em discurso bem-humorado, ele lembrou que o esporte é feito de disciplina, constância, alegria e resiliência.
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No encerramento, o diretor técnico Kiko dos Santos agradeceu a confiança dos atletas e anunciou a prévia do calendário Mountain Do 2026, que inclui destinos nacionais e internacionais. A temporada começa em março, com o tradicional Mountain Do X-Treme Gramado (RS) e segue em 11 de abril com a etapa da Praia do Rosa, em Imbituba (SC). Em junho, os atletas cruzam as fronteiras com o Mountain Do Explorer Mont Blanc, entre 20 e 26 de junho no percurso de Chamonix a Courmayeur, e de 27 de junho a 2 de julho, no sentido inverso.
A competição retorna ao Brasil em 25 de julho, com a etapa do Costão do Santinho (SC). Em agosto, será a vez do Deserto do Atacama, em San Pedro de Atacama, no Chile. Setembro terá duas provas nacionais: o Mountain Do Campos do Jordão (SP) e a etapa de Fernando de Noronha (PE). Outubro marca a estreia da etapa da Chapada dos Veadeiros, em Cavalcante (GO). Em novembro, a floresta ganha protagonismo com a prova na Selva Amazônica (AP) e, em dezembro, o calendário se encerra em grande estilo no Pantanal, em Rio Verde do Pantanal (MT).
As fotos e os resultados completos estão disponíveis no site oficial mountaindo.com.br/trail-run/mountain-do-costao-do-santinho/.
O Circuito Raízes 2025 é uma realização da Mountain Do, com patrocínio da CAIXA e Governo *do Brasil*.
Por: Runnes Brasil
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