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Corrida, mais que um esporte

Aplausos, Superação e Alegria: Cenas do Km 42

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Há algum tempo queria passar por uma experiência: observar os atletas no km 42 de uma maratona.

Aqui, em terras capixabas, temos poucas maratonas e quis o destino que tivesse essa “experiência completa”, na cidade maravilhosa, Rio 40 graus (que nem estava tão quente no dia).

A ideia inicial era incentivar os atletas e dar uma força para alguns amigos que iam correr a Maratona do Rio 2024.

Já te adianto que me surpreendi e muito. Imaginava que seria algo legal, com alguma emoção, inspiração.

A verdade é que as 3 horas que fiquei por lá, foram cheias de cenas bonitas, emoção, surpresas e muita alegria por parte dos atletas.



Vi muitos corredores sofrendo para terminar, confesso. Mas a maioria fazia isso com sorriso no rosto.

Perdi a conta de quantas crianças acompanharam os pais e tios nos últimos metros.

Alguns para-atletas me fizeram refletir sobre a capacidade do nosso corpo e a força da nossa mente.

Teve momento de tensão também.

Um atleta foi surpreendido pela esposa, que entregou sua filha, com poucos meses, em seus braços. A emoção do maratonista foi tanta, que as pernas, já fracas, bambearam. Ainda bem que o reflexo da mãe estava em dia.

Ufa, foi só um susto e a criança voltou para os braços maternos em segurança.


Vi muitos senhores e senhoras, facilmente com mais de 65 anos, alguns passando até dos 80.

Pensei: não sei se teria essa disposição, de correr maratona nessa idade. Mas eles me inspiraram a correr uma meia maratona, um dia, com mais de 60 anos.

Será? A meta é treinar e me cuidar para isso.

Posso resumir a experiência de ser expectador no km 42: INSPIRADORA!

Você já teve essa oportunidade? Escolha uma prova e vá torcer, incentivar e se emocionar.

Pois, como sempre digo, corrida é mais que um esporte!


Gabriel Renaud – Copywriter

Corrida, mais que um esporte

Plogging: Corrida para limpar o mundo a cada KM

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Já imaginou transformar a corrida em uma forma de preservar o planeta?

Vi um post sobre um grupo de corredores japoneses que treinavam leve e recolhiam o lixo do bairro.

Sim, eles carregam sacos e param quando encontram lixo na rua.

Logo foi feita conexão com a cultura nipônica de limpeza, lembrando o gesto dos torcedores japoneses na última copa do mundo de futebol (2022), que recolherem o próprio lixo da arquibancada após o jogo.

Apesar de ter sido divulgado por japoneses, o “ploggin” tem origem na Suécia.

O termo seria a junção de “plocka upp” (pegar em sueco) e “jogging” (trote em inglês), e consiste em recolher o lixo encontrado ao longo do percurso do treino de corrida.

A Origem dessa Modalidade

Identifiquei na minha pesquisa que o sueco Erik Ahlström, ao mudar-se para Estocolmo (2016), começou a recolher o lixo nos trechos que ia correr.

Dizem que ele ficou irritado ao encontrar lixo espalhado em parques e trilhas, começando a levar um saco ou sacola para recolher resíduos sólidos.

Ploggin no Brasil

Há praticantes em todo Brasil, principalmente em universidades, no formato de mutirão e de maneira esporádica.

Existem, ainda, pequenos grupos, iniciados com familiares e amigos, que crescem ao longo do tempo. Se você participa de algum grupo de Plogging, poste na sua rede social e marque a Runners Brasil!

Já pensou em começar a praticar Plogging?

Não sei se você já participou de um mutirão para recolher lixo em uma praia, reserva, trilha ou no próprio bairro.

É satisfatório contribuir, ainda que em pequena escala, com a preservação do meio ambiente. Cada gesto de apoio tem sua importância!

Se acrescentar a atividade física, no caso a corrida, fica ainda mais divertido e dinâmico.

Claro, o objetivo vai além do recolher o lixo e transborda para criar uma comunidade esportiva mais consciente e atenta à preservação ambiental.

Gostou dessa matéria?

Compartilha no seu grupo de corrida e com os amigos que correm.

Gabriel Renaud – Copywriter

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Corrida, mais que um esporte

Drauzio Varella: Documentário “A Vida é Uma Maratona”

Ele é um herói improvável da corrida.

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Médico, no auge dos seus 82 anos, foi abraçado pelos corredores de rua como uma grande inspiração, por vários motivos.

Se tornou maratonista depois dos 50 anos, em 1993 e conquistou a mandala das “six majors” (6 maratonas referências no planeta) aos 79 anos (2022).

Se você já sentiu o misto de cansaço e euforia após um longão, vai se identificar com o novo documentário sobre a vida de Drauzio Varella.

Acredito que Drauzio ficou ainda mais conhecido pelos corredores ao publicar o livro “correr” (2015), falando de suas experiências com a corrida ao redor do mundo, além de  fazer um paralelo entre esporte e medicina.

No final do ano passado foi lançado o documentário “A vida é Uma Maratona: Os novos limites da longevidade”, contando a história dele com a corrida com um olhar diferente,  já disponível gratuitamente em seu canal no YouTube.

Somos convidados a correr com Drauzio, desde suas primeiras passadas até completar mais de 25 maratonas. A corrida é o fio que conecta tudo: a infância em São Paulo, os desafios da carreira e a busca por novos limites, mesmo depois dos 80 anos.

É uma história que fala de disciplina, superação, simplicidade, e, principalmente, como cada quilômetro nos ensina a ganhar resiliência para a vida.

Uma produção emocionante que vai te fazer querer calçar o tênis e sair para o próximo treino. Vale a pena conferir

Acompanhe o documentário aqui

E continue acompanhando o site da Revista Runners Brasil para ficar antenado com o mundo da corrida!


Gabriel Renaud – Copywriter

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Corrida, mais que um esporte

Correr para um sono melhor: o dentista que é ultramaratonista

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Conversei com Fausto Ito, especialista em odontologia do sono que guarda uma identidade secreta: a de ultramaratonista.

Me surpreendi ao ver como a ciência do descanso e a intensidade das corridas de longa distância se encontram na sua história.

Sua trajetória é a prova de como a corrida e o sono, juntos, formam a dupla perfeita para uma vida com mais saúde e leveza.

O Início dessa Paixão

A paixão de Fausto pelo sono começou no consultório do pai, também dentista, mas foi um momento difícil pessoal que o empurrou para as pistas.

Há quase vinte anos, um período de estresse intenso e sedentarismo, gerou uma qualidade de vida muito ruim.

Preso no trânsito, ele via pessoas correndo e sentia uma pontada de inveja e um chamado para a mudança. “Eu não conseguia correr nem 3 km no início”, ele confessa.

Mal sabia ele que os primeiros e difíceis metros eram o começo de uma jornada que o levaria a correr 160 km em uma ultramaratona.

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A Corrida e o Sono, Uma Dupla Poderosa

A corrida entrou na vida de Fausto como um verdadeiro raio de sol. Ele descreveu a sensação de liberdade ao correr e como isso rapidamente se tornou um vício.

Mas, para ele, a corrida não era apenas sobre a atividade física; era também sobre a importância de ter noites bem dormidas.

Fausto começou a estudar sobre sono, desde alimentação até o ambiente ideal para dormir.

A cada nova descoberta, sua paixão por esse tema só crescia.

Ele percebeu que a corrida não apenas o deixava mais feliz e saudável, mas também contribuía para noites mais tranquilas.

A Busca por Noites Perfeitas

Durante nossa conversa, Fausto destacou como a vida moderna pode ser uma verdadeira correria, fazendo com que o sono seja frequentemente negligenciado.

Ele alertou, ainda, que a falta de sono pode levar a problemas sérios, como irritabilidade e falta de concentração.

Foi nesse contexto que surgiu a ideia de criar um aparelho antironco que ajudasse as pessoas a terem noites mais tranquilas e revigorantes.

Com ele, Fausto acredita que é possível melhorar a qualidade do sono, reduzir o ronco e até tratar a apneia.

O melhor de tudo é que o aparelho é fácil de usar e se adapta a qualquer pessoa.

Ele enfatiza que todos merecem ter noites de sono tranquilas e acordar prontos para mais um dia de aventuras.

Conclusão

Fausto me deixou com uma reflexão poderosa: o sono é um presente que devemos cuidar com carinho.

Investir em um bom sono é investir em saúde, felicidade e qualidade de vida.

A combinação de uma vida ativa, uma alimentação saudável e um sono reparador é, sem dúvida, a receita perfeita para uma vida mais longa e feliz.

Por: Gabriel Renaud

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