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A Nutrição como aliada no combate a depressão

07/05/2022 | De Karine Lima

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A Nutrição como aliada no combate a depressão
Depressão é uma doença psiquiátrica e recorrente que produz alteração do humor caracterizada por tristeza profunda e forte sentimento de desesperança. Tornou-se um assunto comumente abordado, visto a crescente quantidade de quadros depressivos registrados, ao ponto de ser chamada de “mal do século XXI”. Com o constante crescimento dos casos depressão, ansiedade e estresse, faz-se necessária a busca de outras formas de intervenção, e uma das principais é a correta nutrição, devido ao fato de que alguns alimentos podem ajudar a prevenir doenças e seus sintomas, bem como podem servir de catalisadores no auxílio da melhora da depressão Assim, a intervenção nutricional na prevenção e redução da intensidade das crises depressivas é essencial. Deve-se procurar a utilização de uma dieta adequada e balanceada como uma grande aliada nesse período, buscando a utilização de alimentos ricos em substâncias benéficas e a remoção de outros que podem intensificar os sintomas da depressão e sua frequência. A atenção nutricional complementar, com inclusão de determinados nutrientes pode apresentar papel fundamental, tendo ainda como fator positivo a não existência de efeitos colaterais, o que propicia uma melhora na saúde do paciente. Nestes casos as carências nutricionais mais comuns são a deficiência de ácidos graxos, ômega 3, vitaminas do complexo B, minerais e aminoácidos precursores de neurotransmissores. Nutrientes envolvidos para a melhora da depressão e ansiedade: Vitamina D – Ao expor nosso corpo aos raios solares ocorre a produção de vitamina D, contudo a mesma pode ser obtida pela ingestão de peixes como salmão, atum, sardinha e cavala; gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau e suplementos. MAGNÉSIO: Desenvolve um importante papel na regulação cerebral. As principais fontes deste nutriente são a banana, o abacate, a beterraba, o quiabo, as amêndoas e nozes. Zinco: Também está envolvido na síntese de DOPAMINA E SEROTONINA, aumentando seus níveis, melhorando o humor e a sensação de bem estar. Os principais alimentos ricos em zinco são a carne vermelha, os leites e derivados, o feijão, a castanha de caju e amêndoas. Triptofano – é o aminoácido essencial mais estudado no âmbito da depressão, ou seja, nosso corpo não produz, precisamos consumir alimentos fontes. Alimentos fontes em TRIPTOFANO: Banana, aveia, cacau 70%, abacate, semente de girassol e abóbora, chia, linhaça, oleaginosas, arroz integral. Vitamina B6, B9 e B12: O surgimento de sintomas depressivos está correlacionado com a deficiência de vitamina B6 (piridoxina), B9 (ácido fólico ou folato) e B12 (cobalamina ou cianocobalamina), essas vitaminas são relevantes na via metabólica estando envolvidas na síntese de neurotransmissores do SNC. A ingestão destas vitaminas pode se realizar mediante proteínas animais (B6, B12), leguminosas, hortaliças e frutas (ácido fólico). Ácidos graxos Ômega-3 (ω-3) e ômega-6 (ω-6): O consumo diário gera melhoras no humor de pacientes com quadros depressivos, devido à redução de processos inflamatórios que afetam negativamente o SNC e seus neurotransmissores, podendo apresentar resultados efetivos no quadro. Assim a ingestão de peixes provenientes de água fria tais como salmão, sardinha e atum são ricos em EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (docosahexaenóico) que possuem ação antioxidante e anti-inflamatória, sendo assim classificados como principais fontes alimentares. Karine Lima CRN- 10:7906 Nutricionista Clínica e Esportiva – AK Nutrition
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Sobre o autor

Karine Lima

Nutricionista Esportiva

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