Arte Corre Crew: Coletivo que Une Corrida e Arte no RJ
Há algum tempo vi de perto um movimento de corrida na cidade maravilhosa: o Arte Corre Crew — ACC. E já adianto: é o tipo de treino em grupo que faz até quem está começando se sentir parte.
Mas antes de compartilhar essa experiência pessoal, quero contar um pouco da história desse coletivo.
Conheci esse movimento pela Ester Dias, atriz e apresentadora que já foi capa da Revista Runners Brasil.
Ela é uma das fundadoras do grupo, junto com Juce Ramos, engenheira de formação e comunicadora de coração, e Pedro Caetano, ator e cantor.
O propósito do ACC
Um trecho em um dos destaques da rede social do grupo diz assim:
“Nosso objetivo é contribuir para a popularização da corrida como agente de saúde física e mental, de bem-estar, de integração. Promovemos o corre por onde passamos, no Brasil e no mundo, levando cada vez mais pessoas a se identificarem com o esporte.”
Quando comecei a acompanhar o ACC, uma frase me chamou atenção e define bem essa identidade: “meu corre é ancestral”.
Quando a gente pensa em ancestralidade, percebe como correr está na base de tudo — é o esporte mais ancestral que existe.
E talvez por isso seja também o que mais abraça pessoas com diferentes origens e realidades.
Mais que um grupo de corrida, as crews viram verdadeiras comunidades, com vínculos profundos que unem seus integrantes. No caso do ACC, o que conecta todo mundo é a junção entre arte e corrida.
A corrida pode ser, sim, refúgio e força. Tendo a admiração e o respeito como base, acolhendo a nós mesmos e ao outro, enaltecendo a beleza e a riqueza cultural do Brasil.
Como foi correr com o ACC
Tive a oportunidade de participar de um dos “corres” (treinos oficiais do ACC) e foi uma experiência única. Duas palavras resumem bem: energia e acolhimento.
O grupo se conecta a marcas que acreditam nesse propósito de saúde e integração pela corrida, recebendo todos, sem distinção. Me senti verdadeiramente parte, mesmo conhecendo a grande maioria das pessoas ali durante o próprio treino.
Antes de começar, rolou um momento de troca e a clássica explicação do percurso, para todo mundo ficar tranquilo. A proposta é um pace confortável, com o objetivo de manter o grupo junto durante boa parte do tempo. O treino que participei teve cerca de 9 km, mas o foco não é performance — é confraternizar, conversar, curtir o visual e desfrutar.
Ah, claro, teve muita música ao longo do percurso, passando pela Lagoa Rodrigo de Freitas. O repertório foi variado: ritmos brasileiros e internacionais, pagode, MPB, funk, pop e muito mais.
Em alguns momentos, o grupo fazia pausas breves para verificar se todos estavam bem e, em seguida, continuar juntos.
Ao final, mais momentos de troca, energia lá em cima, degustação de produtos de marcas parceiras e, claro, muita resenha.
Esse é só um spoiler e você pode conhecer mais
O ACC que possui uma comunidade no strava e o perfil no instagram , onde rolam os avisos dos próximos treinos e um pouco do dia a dia do grupo.
Se você se identificou com essa crew, aproveite para visitar as redes sociais e, se estiver no Rio de Janeiro, fique atento e se inscreva em um desses treinos cheios de arte. Pode ir sem medo: a vibe é de acolhimento real, principalmente para quem está começando.
Gostou dessa matéria? Então já manda naquele grupo de WhatsApp de amigos corredores!
Fontes das imagens
Foto: Divulgação
