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Por que os europeus (de modo geral) são magros?

01/03/2023 | De Darlan Souza

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Por que os europeus (de modo geral) são magros?

Sabemos que todos os países do globo (em especial de países subdesenvolvidos) tem adotado estratégias frágeis, precipitadas ou mesmo negligentes contra a epidemia global de obesidade no mundo desenvolvido.

Um em cada cinco brasileiros está acima do peso (sobrepeso ou obesidade). Segundo a OMS, 39% dos adultos do planeta têm sobrepeso, prevalência que mais do que duplicou entre 1980 e 2014. Suas consequências vão desde doenças cardiovasculares até diabetes, passando por certos tipos de câncer ou transtornos do aparelho locomotor, sobrecarregando o sistema de saúde e impossibilitando um idoso de ter uma vida mais longeva e com autonomia plena em suas atividades da vida diária na terceira fase da vida.

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E o “paradoxo francês”? Já ouviram falar?

Também chamado de “Projecto Monica”, que visou estudar a correlação entre os hábitos dietéticos e doenças cardiovasculares. Nesta possível explicação na época (anos 90), mostraram que os hábitos alimentares dos franceses, mesmo com uma dieta rica em gorduras saturadas (animal) e expressiva tradição na panificação e confeitaria, apresentam índices de problemas cardiovasculares inferiores aos verificados em outros países.

O que chamou a atenção foi que notaram que os franceses consumem mais saladas, peixes, azeite de oliva e vinho regularmente, sendo este último em doses baixas (uma pequena taça) e junto as refeições. Além disso, comem devagar suas refeições.

A divulgação do “Paradoxo Francês” foi feita inicialmente nos Estados Unidos, no programa 60 Minutes, da rede de TV CBS, em 7 de novembro de 1991, pelo Dr. Serge Renaud. Esse programa teve uma grande repercussão na épica com reflexos até hoje tanto na mídia mainstream, como no meio científico.

Notamos que consomem poucas calorias diárias e comem devagar, bebem MUITO mais água, dormem cedo e bastante (a tarde também). Não trabalham como malucos. Trabalham normal e em horas comerciais, usam pouco o celular e as redes sociais. Outro ponto: caminham muito mais, pedalam muito mais. Se exercitam (sistematicamente) menos (menos academias), porém se movem mais ao longo do dia. Seus produtos a mesa, tem qualidade a mesa, menos conservantes, corantes e aditivos. Uma dieta equilibrada e um estilo de vida ativo.

Precisamos de uma verdadeira reforma alimentar e cultural a nossa mesa; esse é o X da Questão! No Brasil, valorizamos a fartura, servindo grandes porções à mesa e com pouca qualidade nutricional, como por exemplo o consumo expressivo de frituras, doces com elevado índice glicêmico e baixo nível de fibras alimentares. Está na hora de rever nossos conceitos se queremos ir além da estética, não é mesmo?

Sobre o autor

Darlan Souza

Profissional de Educação Física

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