Dermatologia para corredores – Tendências para 2024
Em 2024 a dermatologia deve continuar a avançar no sentido de tratamentos cada vez menos invasivos, com resultados naturais e vinculados a um estilo de vida saudável que compreende atividade física, controle do stress e qualidade de vida, nada mais compatível com a prática da corrida de rua!
O fato cada vez mais claro de que o envelhecimento cutâneo ocorre muito mais por descuidos em relação a proteção solar, alimentação e estilo de vida do que pela prática do exercício em si derruba um mito antigo e tende a atrair muito mais praticantes para a corrida de rua nos próximos anos.
A evolução dos protetores solares tanto em cosmética, forma de aplicação (sprays, bifásicos, brumas faciais) e formulações com maior espectro de proteção (como os novos filtros que ampliam o bloqueio de radiação UVA ultralongo) deve favorecer a adesão e melhorar a pele dos corredores. O aumento da procura e maior divulgação das cápsulas antioxidantes que reduzem a sensibilidade à radiação solar certamente promoverá o uso mais assíduo e assim a proteção mais efetiva da pele contra o envelhecimento e também contra o câncer de pele. Esses produtos não podem ser considerados ainda protetores solares de ingerir e não há um fator de proteção vinculado a cada produto como existe nos filtros em creme, mas eles fazem uma ação complementar e contribuem para um cuidado mais completo.
O maior acesso a meios diagnósticos e dermatologistas tende a continuar e aumentar a detecção precoce de lesões suspeitas melhorando, assim, o prognóstico dessa doença que é o câncer mais comum no nosso corpo. Esse maior contato com os profissionais especialistas tanto por consulta presencial quanto virtual ajuda a difundir medidas educacionais e de promoção da saúde que são muito importantes.
Os pacientes estão cada vez mais interessados em produtos e procedimentos com menor impacto ambiental e preferem consumir de empresas realmente comprometidas com essa causa. Isso deverá impulsionar embalagens tipo refil e recicláveis bem como o cuidado da indústria farmacêutica com a eliminação correta de resíduos, uso de produtos de origem natural, não testados em animais e/ou veganos.
Tecidos tecnológicos respiráveis e apropriados para a prática esportiva têm surgido e devem aparecer com frequência ainda maior melhorando a performance e o conforto tanto em roupas quanto em calçados e acessórios. Essa evolução certamente reduzirá lesões por atrito, bolhas e infeções por fungos e bactérias que são muito comuns.
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