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Run Dubai – Muito Além da Linha de Chegada
Episódio 4 – Pós-prova, turismo esportivo e as possibilidades de uma cidade feita para se mover e impressionar
Dubai pelo olhar da corrida, da aventura e das experiências que se conectam, com planejamento financeiro que faz sentido para o brasileiro
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2 dias atrásem
30/11/2025De
Pablo MateusConcluir a Dubai Run 2025, entre 307 mil participantes, confirmou algo que se sente no corpo e na pauta: Dubai não cria apenas eventos esportivos, ela cria uma ocupação pública do movimento. Quando cruzei a linha de chegada dos 5 km na Sheikh Zayed Road, percebi que a prova era “chegada” para os corredores, mas “largada” para as histórias e experiências que continuariam me acompanhando pelos dias seguintes na cidade.
O pós-prova aqui tem um significado diferente, você não desacelera, você realoca intenção. Para mim, com desgaste nas cartilagens dos dois joelhos e treinos adaptados nos 30 dias anteriores, o 5K foi a distância que me protegeu, mas não a que me limitou. Os dias seguintes provaram que a verdadeira medalha em Dubai não é só a que você recebe no peito, é a que você coleta nos olhares, nas vivências e no impacto sensorial da cidade.
Dubai como destino de turismo esportivo
Dubai tem um compromisso institucional claro: facilitar o movimento e oferecer experiências de bemestar de forma comunitária. Durante o Dubai Fitness Challenge, espalhado por 30 dias ao longo de novembro, o esporte é democrático e gratuito em grande parte de suas ativações. Academias instaladas em áreas públicas, treinos conduzidos por profissionais, vilas fitness, palcos esportivos ao ar livre, e provas comunitárias reforçam a mensagem de participação, presença e inclusão.
Para o corredor brasileiro, o Dubai Fitness Challenge também traz um aspecto estratégico: quando comparado a roteiros esportivos tradicionais em países com moedas mais fortes, a viagem pode se tornar “mais cabível” no câmbio final, especialmente quando somamos o alto valor de experiências esportivas gratuitas versus eventos pagos em outros destinos globais.
Ou seja, você não está apenas correndo em Dubai, você está treinando sem perceber que está treinando, porque o movimento faz parte do ritual urbano.
Câmbio, planejamento e comparativos
Embora o Dirham (AED) seja uma moeda forte, Dubai oferece uma dinâmica de custo final interessante quando observamos o comparativo frente a outros destinos com grande tradição de maratonas como Estados Unidos, Inglaterra e parte da Europa. A pressão cambial do real frente à libra, ao euro e ao dólar pesam muito mais no orçamento final do corredor brasileiro do que o comparativo frente ao Dirham nos Emirados Árabes, considerando que abrilhantam a experiência esportiva com inúmeras ativações sem custo de entrada.
Isso abre espaço para uma reflexão editorial importante: Dubai pode não ser simplesmente “barata” no câmbio, mas ela é previsivelmente mais inteligente no custo final do real quando o esporte é parte do roteiro, porque aqui o esporte já é público e gratuito em muitas de suas experiências.
O que é possível fazer na cidade, sem quebrar o fluxo
Dubai impressiona porque permite unir agendas que normalmente competem, correr e turistar, sem que uma impeça a outra. Durante minha estadia, passei por alguns dos principais pontos turísticos, que podem facilmente entrar num roteiro esportivo de qualquer corredor:
1. Burj Khalifa
A experiência do observatório (At the Top), eleva teu olhar para a mesma ambição que Dubai tem com o esporte, a cidade é construída para marcos, mas com presença comunitária. Após uma corrida de 5K, 10K ou treinos por praças públicas, visitar o Burj Khalifa é continuar coletando “sentido” do macro.
2. Dubai Mall
O mall não é apenas uma parada para compras ou fotos, ele traz uma caminhada ativa natural, porque a escala faz do deslocamento uma atividade física sem a sensação formal de “treinar”. O aquário gigante, com vida marinha integrada ao design do espaço, vira um ponto narrativo sensorial imediato.
3. Dubai Marina + Experiência Xline Dubai
Atravessar a Marina na Xline, a maior tirolesa urbana do mundo, 940 metros de percurso, 170 metros de altura, 80 km/h, não foi apenas aventura, foi uma aula de coragem organizada, mais leve do que assustadora quando vivida com presença.
Isso encaixa perfeitamente no ganchos esportivos do turista corredor, adrenalina e recuperação na mesma lógica do percurso urbano.
4. Aura Skypool
Almoçar no alto, com vista 360º do skyline, trouxe a sensação mais clara da viagem: movimento também é paisagem, bemestar também é ponto turístico. Refeições intensamente criativas podem conviver com alimentação funcional, isso não rompe o ethos esportivo, ele o complementa.
5. StreetXO, do Chef Dabiz Muñoz
Jantar no StreetXO, gastronomia imersiva, ousada, sensorial e global, foi um espetáculo criativo no prato, sensacional no paladar, alta gastronomia sem deslocamentos intermináveis, porque em Dubai o deslocamento é fluido, e a experiência acontece praticamente no mesmo mapa do esporte.
6. Hotel Siro One Za’abeel e o conceito Fitness & Recovery
O hotel foi um capítulo literal da série: treinos de força, espaços de recovery, gastronomia funcional e criativa, o complexo une performance, recuperação e bemestar todos os dias, com restaurantes sensacionais integrados ao mesmo conceito: comida como recuperação e experiência esportiva aplicada sem formalidade extra.















Além dos marcos que já vivi e relatei, Dubai reserva outros pontos que merecem ser visitados e, quando combinados com a rotina de treinos ou uma prova comunitária como a Dubai Run, transformam o deslocamento em experiência esportiva e cultural ao mesmo tempo.
A Jumeirah Beach, com nascer do sol espetacular, é uma parada perfeita para uma corrida leve ou caminhada ativa na areia, vista que mistura mar e arquitetura, sem distância enorme, com sensação total de postcard em movimento. O Museu do Futuro, um dos prédios mais fotografados do mundo, não é só um ponto de foto, é uma aula de arquitetura e inovação gravada na pele e nas paredes, inscrição em árabe que carrega poesia visual e impacto sensorial que impressiona até no silêncio. A poucos quilômetros dali, o Dubai Frame te coloca numa moldura literal da cidade, observatório que divide o tempo em passado e futuro no mesmo olhar, ponte metálica suspensa que destaca o crescimento acelerado do destino.
Caminhar pelos mercados do Souk Madinat Jumeirah, com canais aquáticos internos e arquitetura tradicional, traz o contraste perfeito da Dubai, o antigo e o ultramoderno convivendo na mesma rua e no mesmo dia. Em Al Seef, às margens do Dubai Creek, você encontra uma Dubai histórica e cultural, cafés aconchegantes, lojinhas locais e um pôr do sol que vira trilha sonora da conversa. A experiência do Atlantis The Palm, acessível pelo monorail e interligado ao mall Nakheel, impressiona pela escala, arquitetura, experiências, parques aquáticos, observatórios, restaurantes globais, sem deslocamento complexo se o turismo for organizado junto ao esporte no mesmo roteiro urbano.
Dubai, quando olhada com os olhos de quem corre, ensina algo simples, a cidade não é apenas visitada, ela é percorrida, com o seu corpo dentro da história.





Principais aprendizados do corredor turista
- Não é preciso forçar o corpo em distâncias longas para produzir grandes histórias.
- Limites físicos podem gerar narrativas melhores quando combinados com propósito editorial.
- O treino não acabou na chegada, ele continuou na cidade quase sem forma.
- Dubai não separa possibilidades, ela conecta.
Encerramento editorial
Voltei ao Brasil no dia 25 de novembro, fisicamente bem, mentalmente marcado por uma verdade simples, e poderosa: novembro em Dubai não te pede escolha, ele te pede ocupação no esporte e na cultura do movimento.
Se o esporte foi o idioma do convite, a cidade foi o caminho da continuidade da história, com uma fluidez de roteiro que, quando convertido para real, pode ser comparativamente mais estratégico no custo final do corredor brasileiro, especialmente porque aqui as experiências esportivas não começam na carteira, começam na rua.
Em Dubai, a largada é pública, a recuperação é coletiva, e a paisagem corre junto com você.
Por: Pablo Mateus – CEO Runners Brasil

Notícias
Corrida de Vera Cruz, a corrida da virada carioca, chega a 3ª edição com novo percurso e largada na Praia de Copacabana
Este projeto é realizado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Lei de Incentivo ao Esporte
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2 dias atrásem
30/11/2025De
Pablo MateusO último dia do ano no Rio de Janeiro vai começar em ritmo acelerado. Na manhã do dia 31 de dezembro, a cidade maravilhosa recebe a Corrida de Vera Cruz, o evento que promete ser a grande corrida da virada, unindo esporte, energia e o clima contagiante do maior Réveillon do planeta. A terceira edição chega com novidades: novo percurso e a largada dos 15km na Praia de Copacabana, um dos cartões-postais mais icônicos do mundo. Os corredores poderão escolher entre duas distâncias:
- 15km, com largada na Praia de Copacabana, próximo ao posto 3, e chegada no Aterro do Flamengo;
- 7,5 km, com largada e chegada no Aterro no Flamengo.
Mais do que uma competição, a Corrida de Vera Cruz é um convite para celebrar novos começos. Inspirada pela tradição carioca de pular sete ondas à meia noite, a prova propõe um ritual ainda mais completo: comece o dia correndo 7,5 ou 15 quilômetros e termine a noite pulando as sete ondas. Um movimento que simboliza a transição entre o que fica e o que vem, corpo, mente e espírito em sintonia com o novo ano.
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Ao longo do percurso, os corredores serão presenteados com paisagens deslumbrantes que traduzem a alma do Rio de Janeiro: a orla de Copacabana, o contorno suava da praia do Flamengo, a vista do Pão de Açucar e o contraste entre o mar e o verde que emoldura a cidade. Cada quilômetro é um cartão-postal em movimento, um cenário inspirador para quem busca terminar o ano com energia e começar o próximo com propósito. “Queremos que os corredores sintam que estão iniciando o novo ano já em movimento, com propósito, leveza e energia. A Corrida de Vera Cruz é uma experiência que mistura o encanto do Rio, com a energia da superação pessoal”, destaca o Head de Comunicação da Norte Marketing Esportivo, Matheus Falconi.
As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site oficial do evento https://www.corridadeveracruz.com.br/. O kit de participação, no valor de R$ 129,99, contém uma inscrição de prova, uma camiseta, uma garrafa, uma sacola e uma medalha pós-prova. Na Corrida de Vera Cruz, o atleta não corre apenas para cruzar a linha de chegada, corre para abrir um novo ciclo. É mais do que velocidade ou resistência, é sobre propósito, movimento e recomeço. A Corrida de Vera Cruz é um ritual moderno de passagem, uma forma de iniciar o novo ciclo antes mesmo dos fogos de artifício.
Por: Runners Brasil
Nutrição Esportiva
O prato perfeito do corredor: o que comer antes, durante e depois do treino
Estratégias simples para garantir energia, performance e recuperação no dia a dia.
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2 dias atrásem
30/11/2025De
Redação RRBVocê já se perguntou por que alguns treinos fluem com energia do início ao fim, enquanto em outros o corpo parece travar antes da metade? Na maioria das vezes, a resposta está fora da pista: naquilo que você colocou (ou deixou de colocar) no prato.
A alimentação certa antes, durante e depois do treino é o combustível que define se você vai correr com potência ou arrastar as pernas. E o melhor: construir esse equilíbrio é mais simples do que parece, basta entender o timing nutricional e como montar o prato ideal do corredor.
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Antes do treino: energia sem peso
A refeição pré-treino tem um objetivo claro: fornecer energia disponível, sem causar desconforto. O erro mais comum dos corredores é treinar de estômago cheio, ou completamente vazio.
De forma geral, o ideal é consumir carboidratos de fácil digestão 30 a 60 minutos antes do treino. Eles garantem glicose no sangue e preservam o glicogênio muscular, principal fonte de energia da corrida.
Exemplos de boas opções:
· Banana com mel
· Pão integral com geleia
· Pão, banana e mel
· Tapioca com pasta de amendoim leve + mel
· Iogurte natural com granola e frutas
Evite: alimentos gordurosos, com muita fibra ou proteína em excesso, eles retardam a digestão e podem causar desconforto abdominal durante a corrida.
Referência: Burke LM, et al. “Carbohydrate availability and training adaptation: effects on endurance performance.” J Appl Physiol. 2015;118(12):1451–1462.
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Durante o treino: energia em movimento
Treinos ou provas com duração acima de 75 minutos exigem reposição de energia. Quando o corpo esgota o glicogênio, a fadiga se instala e o ritmo despenca.
O ideal é consumir 30 a 60 gramas de carboidrato por hora, ajustando conforme a intensidade e tolerância. Pode ser via géis, bebidas esportivas, frutas secas ou até balas de goma.
Estratégia prática:
· A cada 30–40 minutos, ingira um gel ou isotônico (ou conforme orientação do seu nutricionista)
· Em treinos de maior duração, varie texturas (líquido + sólido) para conforto intestinal.
· Mantenha hidratação constante, pequenas doses a cada 15–20 minutos.
Referência: Stellingwerff T, et al. “Optimizing carbohydrate availability for endurance athletes.” Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2019;22(6):452–460.
Depois do treino: recuperação e reconstrução
Após o treino, o corpo entra em modo de regeneração. Nesse momento, é essencial repor o glicogênio gasto e iniciar o reparo muscular, e o relógio conta: quanto antes, melhor.
A refeição ideal pós-treino deve combinar:
· Carboidrato: para repor energia (arroz, batata, mandioca, frutas).
· Proteína: para reconstrução muscular (ovos, frango, peixe, tofu, iogurte, whey).
· Antioxidantes: para reduzir o estresse oxidativo (frutas vermelhas, cacau, vegetais coloridos).
Exemplo prático:
· Bowl com arroz branco ou integral, frango grelhado, legumes e azeite.
· Smoothie com iogurte natural, whey, banana, aveia e frutas vermelhas.
Dica: evite pular essa refeição, sem ela o corpo demora mais a se recuperar, e o risco de lesão aumenta.
Referência: Jäger R, et al. “International Society of Sports Nutrition Position Stand: protein and exercise.” J Int Soc Sports Nutr. 2017;14(1):20.
Dica Premium do Nutricionista
“O segredo não é comer mais, é comer no momento certo. Um prato equilibrado e ajustado ao horário do treino vale mais do que qualquer suplemento isolado. A constância na alimentação é o que sustenta a performance de longo prazo.”
Conclusão
Montar o “prato perfeito do corredor” não é sobre regras rígidas, é sobre estratégia e autoconhecimento. Ao aprender a alimentar-se conforme o treino, você passa a correr com mais energia, menos fadiga e um corpo que responde melhor ao esforço.
Na próxima vez que pensar em performance, olhe primeiro para o seu prato. A corrida começa muito antes da largada, ela começa na sua cozinha.
Por: Diego Bastos – Nutricionista Esportivo (CRN 52507)

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