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Brasileiros se destacam na Meia Maratona Internacional de Buenos Aires

24/08/2022 | De Dani Christoffer

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Brasileiros se destacam na Meia Maratona Internacional de Buenos Aires

Grazielle Zarri e Jonathan de Oliveira, os melhores brasileiros na Meia Maratona Internacional de Buenos Aires.

Mais de 20 mil corredores invadiram as ruas de Buenos Aires para os 21km mais famosos do circuito.

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Com largada às 7:00hs da Avenida Figueiroa Alcorta y Monroe, os corredores percorreram um percurso tradicional, atravessando a Zona Verde, a parte histórica e o centro da cidade, desfrutando das paisagens e da essência de Buenos Aires.

A Meia Maratona Internacional de Buenos Aires é também Campeonato Sul-Americano, Campeonato Argentino de Medio Maratón e marca a volta da categoria Label Race do Calendário da Confederação Internacional (World Athletes).

A atleta brasileira Grazielle Zarri é a melhor dos 21km dos últimos 11 anos. Grazi completou a Meia Maratona Internacional de Buenos Aires, no último domingo 21/08, em 1h11m56s e bateu seu recorde pessoal.

“Simplesmente me entreguei para essa competição, corri com alma e coração, mas não imaginei que poderia entrar para história do Brasil.
Deixar um legado com minhas marcas para outras gerações é um sonho que sempre sonhei e que venha mais recordes!!!
Me sinto muito satisfeita com a belíssima entrega que fiz, isso demostra que tem muito evolução pela frente e que se Deus quiser, estarei cada dia mais lapidada.
Quando você está no lugar certo com as pessoas certas, em paz, com trabalho duro, focada e com total disciplina, aaah tenho certeza que no momento e na hora certa as coisas acontecem!!!” Grazielle Zarri

Com essa marca a atleta se tornou a quarta mulher da historia do Brasil a correr uma Meia Maratona abaixo de 1h12m00s e a melhor marca brasileira nos últimos 11 anos.

O mineiro Jonathan de Oliveira (ADC São Bernardo- SP), de 31 anos, de São Pedro dos Ferros, entre os brasileiros que estavam participando do Campeonato Sul-Americano, dentro da Meia Maratona de Buenos Aires, foi o melhor classificado. Jonathan arrebatou o quarto lugar, sendo décimo geral, com o tempo de 1h2m31s.

Jonathan foi homenageado pela Nãndu, organizadora da prova, com uma placa com o nome de Luiz Antônio dos Santos. Uma homenagem ao maratonista, treinador e fundador da Luasa Sport, que faleceu em 2021 e responsável pelo trabalho com corredores africanos no Brasil.

O pódio masculino ficou com o etíope Gerba Beyata Dibaba, com 1h00m29s, em segundo também da Etiópia Dinkalem Ayele Dana, com 1h00m29s, e em terceiro o queniano Feliz Kibotok, com 1h00m32s.

Em quarto ficou o também queniano Bedan Karoki, com 1h00s53s, e, em quinto, o equatoriano Chrithian Vascondez, com 1h00m56s.

Os outros atletas que representaram o Brasil no Campeonato Sul-Americano de Meia Maratona foram: Wendell Jerônimo Souza, oitavo lugar e 15º no geral, com 1h02m52s; Paulo Roberto de Almeida Paula, em nono e 24º, com 1h04m28s, e Wellington Bezerra da Silva, décimo e 45º, com 1h07m02s.

Dos brasileiros que não estavam no Sul-Americano, Ederson Vilela Pereira ficou em 21º, com 1h04m07s, e Cícero Evandro Ferreira dos Santos, em 34º, com 1h05m40s.

No feminino da prova teve a vitória da queniana Irina Kimais, com 1h07m59s, seguida pela etíope Atalel Dargie, com 1h07m59s, e pela também queniana Vivian Kiplagat, com 1h07m59s.

Da equipe que foi representar o Brasil na competição, Amanda Aparecida Oliveira foi a nona colocada e 22ª no geral feminino, com 1h14m47s; Andreia Hessel foi a 11ª e 24ª, com 1h15m35s; Jéssica Ladeira foi a 13ª e 27ª, com 1h16m19s; e de Simone Ferraz foi a 14ª e 29ª, com 1h17m51s.

O pódio masculino do Sul-Americano foi formado pelos equatorianos Christian Salvador, com 1h01m59s, Rafael Loza, com 1h02m23s, e Oswaldo Segundo Jami, com 1h02m28s.

No feminino, a campeã foi a argentina Florencia Borelli, com 1h09m31s, seguida de sua compatriota Daiana Ocampo, com 1h09m46s, e da equatoriana Rosa Alva Chacha, com 1h11m30s.

A melhor brasileira foi Grazielle Zarri, em 14º lugar, com 1h11m56s, mas ela não estava inscrita no Campeonato Sul-Americano.

Fontes:
Periódico El Litoral
Uol

Sobre o autor

Dani Christoffer

Jornalista

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