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Aterrisagem em Retropé

06/07/2022 | De Felippe Ribeiro

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Aterrisagem em Retropé
RUNNERS estamos on por aqui! Hoje iremos falar sobre as diferenças biomecânicas para cada tipo de aterrisagem em dois capítulos, e basicamente vamos separar em dois grupos: Retropé, aterrisagem em que o calcanhar toca primeiro no chão, e o outro grupo, Médiopé e Antepé, onde o meio do pé toca primeiro ao chão ou Antepé, o corredor toca primeiro a parte anterior do pé e alguns milissegundos após, toca o calcanhar. Retropé: Nesse tipo de aterrisagem em que o pé toca primeiro com o calcanhar, vamos pensar na 3º Lei de Newton: que nada mais é: Toda ação (SETA AMARELA) tem uma reação (SETA VERMELHA), na mesma intensidade, tamanho, porém em sentido contrario. A seta vermelha chamamos de frenagem na corrida, porque se observarmos, ela faz sempre um freio, uma força contrária a minha ação. Até aí tudo bem, isso deve ser absorvido pelo sistema mais perfeito de absorção, os nossos músculos. Mas se você corredor ou corredora, não tem esse sistema, preparado, treinado, a sobrecarga não irá para a atmosfera e sim, diretamente para seus ossos, articulações e tendões, podendo ocasionar uma possível lesão em canela, joelho e quadril. Dentro dessa visão, quando temos um corredor, por exemplo, com uma passada muito a frente do centro de massa (figura 2), também chamada de overstriding na corrida, esse ângulo de aterrisagem, fica maior, aumentando assim, a frenagem, pousando lá na frente, distante de nosso centro de massa e por consequência toda a sobrecarga citada acima. Mas Felippe, os corredores de elite tem uma passada “larga” ou alongada para frente Realmente é verdade, eles apresentam mesmo, mas se repararmos quando aterrissa, ele a faz o mais próximo ao seu centro de massa, sendo ele corredor de Retropé ou Médio e Antepé, exatamente para diminuir essa frenagem, melhorar seu desempenho e ter menor sobrecarga. Figura 3: Notamos um corredor de Retropé com overstriding (a) e de Retropé sem overstriding (b). Nota-se como o ângulo de aterrisagem diminui e quando toca ao chão, e está mais próximo ao seu centro de massa (Seta Branca). Na prática, em primeiro lugar, quer dizer que o problema está muito mais correlacionado em você fazer essa aterrissagem longe do centro de massa, do que pisar com o calcanhar, e em segundo, você não preparar seus músculos para que aceite e absorva a sobrecarga imposta a ele. Então se posso deixar uma dica, é que você não mude a pisada que você evoluiu e tem em sua corrida, o que seria interessante é pousar próximo ao seu centro de massa e preparar seus músculos para essa sobrecarga, e há formas para treinarmos isso, fique tranquilo. Fico por aqui, na sequência falaremos sobre a pisada em Médio e Antepé. Até a próxima RUNNERS
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Fontes das imagens

Crédito: Divulgação

Sobre o autor

Felippe Ribeiro

Fisioterapueta | Empreendedor

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